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Exposição What Remains em Lisboa

Sociedade
Nesta exposição, Sarah Basha pretende sensibilizar o público e a eliminar o estigma da Demência
Autor Tatiana Nunes 
Data 12-07-2021 
O tempo passa e algumas coisas desvanecem-se, como a cor numa fotografia polaroid; no entanto, há coisas que permanecem. 
Nesta série de instalações, Sarah Basha aproveita o facto de as polaroids desaparecerem como uma metáfora, capturando momentos, levando-nos a ver para além do que é alterado pelo tempo (ou pela doença), a iluminar a essência do ser e a concentrarmo-nos naquilo que amamos. 
Esta série não é apenas sobre o passar do tempo, mas também sobre a própria experiência que a autora tem da navegação no vazio e de como construímos, capturamos e nos agarramos às memórias como forma de nos ligarmos a pessoas e lugares que transcendem o tempo e o espaço.
 
A exposição itinerante foi lançada em Bruxelas na Gallery 151 em setembro de 2018 por ocasião do Mês Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer. Após ter sido adiada devido ao Covid 19, é com enorme satisfação que é agora apresentada em Lisboa.
 
Durante o evento, a artista tirará retratos aos visitantes. A série de retratos daí resultante será exibida em vários espaços públicos em setembro, desde montras de lojas a restaurantes ou espaços comunitários. Este projeto artístico destina-se a sensibilizar o público e a eliminar o estigma da Demência. É uma celebração do Amor.
 
Gostaria de tirar o seu retrato? Pretende envolver-se ou saber mais? Descubra What Remains (o que resta) e conheça a Sarah de 15 a 23 de julho na Square by Appleton e de 23 a 30 de julho n’a ilha