A cada 3 segundos, alguém no mundo desenvolve uma forma de demência.

Por 2050, o número de pessoas com demência em todo o mundo será de mais de 131 milhões, fazendo desta doença uma das mais significativas crises globais do século XXI, tanto a nível social, com económico ou de saúde pública.

Demência é, assim, o termo utilizado para descrever o conjunto de doenças neurodegenerativas que afetam a memória, a capacidade intelectual e de raciocínio, as competências sociais e que provocam alterações nas reações emocionais normais.

As pessoas com Demência diferem nos padrões de problemas que apresentam e na velocidade com que as suas capacidades se deterioram. As suas capacidades podem sofrer alterações de um dia para o outro ou mesmo ao longo do dia. Porém, o certo é que vão sofrer uma deterioração, que em alguns casos é rápida, ocorrendo em poucos meses, e noutros é mais lenta, acontecendo ao longo de vários anos.

Até aos 65 anos, a probabilidade de desenvolver demência é de 1 em 1000 pessoas. Aos 65 anos, esta probabilidade é de 1 em 20. A partir dos 80 anos, 1 em cada 5 pessoas irá desenvolver demência.

O estigma e a falta de conhecimentos sobre a demência são ainda uma barreira para que o mundo seja um lugar melhor para as pessoas com demência e seus cuidadores, onde a sua qualidade de vida seja promovida.

Estes são apenas alguns dos motivos pelos quais as demências devem ser consideradas uma prioridade de saúde pública e os Estados devem desenvolver e implementar Estratégias Globais para as Demências.

Fonte: Alzheimer’s Disease International