Lusa

 

“No fundo, eles [Cuidadores Informais] são trabalhadores. Como trabalhadores, devem ter alguns direitos e não terem de passar toda a vida, 24 horas por 24 horas, a trabalharem, sem tempo de repouso, sem descanso e sem gozo de férias”, referiu o Presidente da República, em Celorico de Basto, onde no passado sábado, esteve presente na sessão, que assinalou o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

“Dez mil [inscritos atualmente] é muito pouco em termos de cuidadores informais que há por todo o país”, referiu.

A inscrição como cuidador informal no atual quadro legal deve ser facilitada, “reduzindo a burocracia”.

Em declarações aos jornalistas, o Chefe de Estado defendeu que Governo e o Parlamento devem ver “aquilo que, nos direitos dos cuidadores, pode ser avançado rapidamente, em termos de apoio financeiro e em termos de direitos sociais”, recordando que a secretária de Estado da tutela prometeu que, até ao final do ano ou princípio do próximo, a atual lei será regulamentada, “sobre muitos pontos fundamentais”.

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Fonte: Visão

03.12.2022