Um ano depois da publicação da lei que permite o chamado testamento vital ainda não é possível registar no sistema a vontade de cada doente sobre os cuidados de saúde que pretende receber antes de morrer. Em causa está a aplicação informática que vai permitir o registo num sistema nacional e que ainda não está disponível.

O diretor-geral da Saúde explica à Antena1 que a demora se deve à complexidade do mecanismo informático que vai sustentar a base de dados sobre o fim de vida dos cidadãos. Francisco George espera que a fase experimental comece dentro de três a quatro meses.

Fonte: RTP