Um em cada três casos de demência é evitável — e nem são precisos medicamentos

Especialistas internacionais mergulharam na investigação feita sobre demência e fizeram uma lista de recomendações, agora publicada na The Lancet. Se adoptar estes nove comportamentos, o risco de desenvolver demência diminui.

Pode causar estranheza aos leigos, mas a prevenção da demência não é um assunto só para velhos: aumentar a educação durante os primeiros anos de vida e apostar, especificamente, no combate à perda de audição pode reduzir a incidência de demência. Juntamente com um combate à hipertensão e obesidade na meia-idade, a diminuição pode chegar aos 20%. As conclusões foram publicadas na The Lancet e trazem uma mensagem de optimismo: um em cada três casos desta síndrome são evitáveis. E nem sequer são precisos medicamentos para isso.

A ideia não é completamente nova — mas é a primeira vez que se chega a um número tão animador: 35% dos casos (o tal um em cada três) está relacionado com factores de risco que podemos contornar. O relatório da primeira Comissão para a Prevenção e Cuidados da Demência da Lancet, apresentado na Conferência Internacional da Associação Alzheimer 2017, identificou nove factores de risco. Com essa lista em mente, o fardo global da demência pode ser menos pesado.

“Tem havido um grande foco no desenvolvimento de medicamentos para prevenir a demência, incluindo a doença de Alzheimer”, relata Lon Schneider, membro da conferência internacional em que o estudo foi apresentado e professor de psiquiatria e ciências comportamentais na Keck School of Medicine, nos EUA. Mas a solução, prossegue, pode passar por deixar os medicamentos na gaveta: “Não podemos perder de vista os reais avanços que já fizemos no tratamento da demência, incluindo abordagens preventivas.”

A prevenção, recomendam os 24 especialistas internacionais envolvidos neste estudo, passa por uma revisão do estilo de vida. Além das mudanças já referidas, o estudo diz ainda que, numa idade avançada, parar de fumar, tratar a depressão, aumentar a actividade física e o contacto social e controlar a diabetes pode reduzir a incidência da demência em mais 15%.

“Reduzindo os factores de risco, o potencial efeito sobre a demência é maior do que podemos imaginar que sejam os efeitos de medicamentos actuais e experimentais”, realça Lon Schneider.

A demência é uma doença cerebral incurável e progressiva, sendo a Doença de Alzheimer e a Demência Vascular as formas mais comuns. No mundo, estima-se que cerca de 47 milhões de pessoas têm algum tipo de demência. E o futuro não terá um cenário mais simpático: prevê-se um aumento desse número para 66 milhões em 2030. E 115 milhões em 2050.

Em Portugal, a prevalência da doença em homens e mulheres com mais de 60 anos é de 5,91%, o que corresponde a 160 mil pessoas, relatava o estudo Epidemiologia da Demência e da Doença de Alzheimer em Portugal: Estimativas da Prevalência e dos Encargos Financeiros com a Medicação, publicado em 2013.

De acordo com o DSM-5 — 5ª edição do Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria, publicado em 2014 —, os critérios que definem a demência passam por um declínio de um ou mais domínios cognitivos, sobretudo no domínio da atenção complexa, aprendizagem e memória, função executiva, linguagem, perceptivo-motor e cognição social, e uma interferência nas actividades de vida diária. Mas os sintomas variam de acordo com a fase de evolução da doença — e de pessoa para pessoa.

A Comissão para a Prevenção e Cuidados da Demência da Lancet estudou também os efeitos de intervenção sem medicamentos em doentes com demência e percebeu que essa abordagem pode ter um papel importante, especialmente quando procuram resolver problemas como agitação e agressividade.

“Drogas antipsicóticas são geralmente utilizadas para tratar a agitação e agressividade, mas há uma preocupação acerca destas drogas por causa de um aumento do risco de morte, problemas cardiovasculares e infecções, para não mencionar a sedação excessiva”, sublinha o professor de psiquiatria.

Então, qual é a alternativa? “Intervenções psicológicas, sociais e ambientais como contacto social são mais eficazes”, aponta, acrescentando também o benefício de “intervenções não medicamentosas como terapia de estimulação cognitiva em grupo”.

Fonte: Público


«Decidir Sobre o Fim de Vida»

Dia 18 de Julho realizou-se mais uma conferência deste ciclo dedicado às decisões sobre o fim de vida. Desta vez na Universidade de Aveiro, na Sala de Actos e com a presença do Magnífico Reitor.

Num momento em que se reacende a discussão sobre Eutanásia e Suicídio Assistido, entendeu este Conselho promover um debate mais alargado sob o tema “Decidir sobre o fim de vida”.

O modelo destas conferências consiste numa breve apresentação de 15 minutos por cada um dos oradores convidados seguindo-se o debate aberto ao público composto por cidadãos, profissionais ou não, interessados pelo tema.

Foi o que aconteceu. Tivemos o privilégio de ser convidados a integrar o painel de oradores e assim a oportunidade de focar os seguintes tópicos:

  • Somos uma associação que se rege pelos princípios do respeito absoluto pelo Direito à Autodeterminação da Pessoa com demência e da Abordagem Centrada na Pessoa.
  • Temos como objectivo melhorar a qualidade de vida das pessoas com demência no respeito pelo seu Direito à Liberdade e à Autodeterminação, promovendo a sua autonomia e o seu envolvimento social.

Face a estes princípios e objectivo, naturalmente que também as decisões sobre fim de vida nos preocupam, ocupam e desafiam.

No âmbito da Alzheimer Europe temos participado no trabalho desenvolvido nesta matéria, sendo de evidenciar o Relatório 1/2006 sobre o uso de decisões antecipadas de vontade por pessoas com demência bem como o relatório 2/2008 sobre cuidados em fim de vida às pessoas com demência.

As demências caracterizam-se por serem processos mais ou menos lentos de perda de capacidade o que significa que as pessoas deixam de conseguir tomar decisões livres e esclarecidas.

Assim sendo, para que as pessoas com demência possam ao máximo aproveitar o seu Direito à Autodeterminação, importa apostar no diagnóstico precoce, ou atempado, e na comunicação deste diagnóstico, do prognóstico, do percurso de cuidados, dos direitos, ao próprio.

Só assim será possível promover o Direito das Pessoas com demência a planearem os seus cuidados e outras vertentes da sua vida.

É neste enquadramento que vemos e discutimos as decisões sobre fim de vida.

De entre a informação a transmitir à pessoa com demência após o diagnóstico deve incluir-se a informação sobre a possibilidade de outorgar uma decisão antecipada de vontade, quer sob a forma de testamento vital, quer sob a forma de procuração de cuidados de saúde.

Vários desafios se levantam sobre este tema:

Desde logo, o lapso de tempo que pode mediar entre a outorga da decisão e o momento em que a mesma vai ser interpretada e executada. Muita coisa pode mudar: o contexto, a Técnica e a Ciência, a percepção que a pessoa tem de si mesma, da sua doença e do impacto que a mesma tem sobre si.

Reconhecendo que assim é, o Artigo 6º da Lei nº 25 de 2012, em sintonia do que já era a recomendação da Alzheimer Europe, dá relevância à vontade actual, ou seja à manifestada no momento de interpretar e cumprir a decisão.

Assim, prevê que a decisão antecipada de vontade, em princípio vinculativa, possa ser afastada se: a) se comprove que o outorgante não desejaria mantê-la; b) – se verifique evidente desactualização da vontade do outorgante face aos progressos dos meios terapêuticos entretanto verificado; c) – não corresponder às circunstâncias de facto que o outorgante previu no momento da sua assinatura.

Contudo, é evidente o grau de discricionariedade ou subjectividade que haverá sempre ao fazer uso de alguma destas possibilidades de afastar a vontade antecipadamente expressa.

Para atenuar as dificuldades de interpretação será muito útil, e por isso se recomenda, que a pessoa inclua no texto do seu testamento vital referência à sua actual situação de saúde, o contexto, o que a motivou a subscrever tal documento, e também referência ao seu quadro de valores e ao que a pessoa mais valoriza (a sua independência física, a possibilidade de comunicar com os outros, nomeadamente).

Quanto aos conteúdos, e para o que interessa a este debate, há a realçar apenas a não submissão a tratamentos fúteis ou inúteis e a preocupação em minorar a dor e o sofrimento.

A Lei é expressa ao afastar a possibilidade de, através de uma decisão antecipada de vontade, se pretender provocar deliberadamente a morte não natural e evitável. Ou seja, trata-se, tão só, de tornar o fim de vida menos agressivo e nunca de decidir pôr termo à vida.

Não querendo entrar na discussão sobre se a Eutanásia ou o Suicídio Assistido devem ser despenalizados em Portugal deixamos aqui, e no que toca às pessoas com demência, sem capacidade de tomar decisões livres e esclarecidas, a nossa inquietação: parece-nos inconciliável uma decisão de pôr fim à vida que não seja uma vontade actual, livre e esclarecida.

No debate ficaram algumas dúvidas importantes e delicadas por esclarecer, tais como: “Até que ponto tenho direito a dispor da minha vida?”

Sobre o Ciclo de Debates «Decidir sobre o Fim de Vida»

Com este ciclo de debates, o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) propõe-se discutir com total abertura e independência as escolhas que se colocam em final de vida – declarações antecipadas de vontade, locais e condições de prestação de cuidados de saúde, incluindo os cuidados paliativos, futilidade terapêutica, eutanásia, suicídio assistido –, convidando para o efeito personalidades, entidades e instituições, que podem ajudar a formar opinião e a construir as soluções que melhor podem servir os interesses dos cidadãos.

Este Ciclo de Debates foi inaugurado por Sua Excelência o Senhor Presidente da República no dia 22 de maio na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. Os debates ocorrerão até dezembro de 2017 em várias cidades do País – Aveiro, Braga, Coimbra, Covilhã, Évora, Funchal, Lisboa, Ponta Delgada, Setúbal, Vila Real – em parceria com autarquias e instituições académicas.

A iniciativa tem o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

Próximos debates

12 de Setembro, Covilhã

10 de Outubro, Évora

27 de Outubro, Setúbal

7 de Novembro, Coimbra

14 de Novembro, Funchal e Ponta Delgada

5 de Dezembro, Lisboa


Campanha “Salva o Dia Com Aspirina” entrega donativo à Alzheimer Portugal

No âmbito da campanha “Salva o Dia Com Aspirina”, a Bayer promoveu em parceria com a RFM um passatempo com o mesmo nome, que decorreu entre 3 de Abril e 3 de Maio, e premiou quatro histórias inspiradoras, dando a possibilidade aos autores de doar mil euros a uma instituição de solidariedade social.

“Quantas vezes já te salvaram o dia, apenas com um simples gesto, com um pormenor que tenha feito a diferença?” - foi a questão levantada no passatempo que decorreu na RFM e que permitiu conhecer as histórias de muitos “heróis” anónimos.

A Alzheimer Portugal foi selecionada por uma das candidatas que venceu o passatempo, tendo assim recebido um donativo de mil euros por parte da Bayer.

A Bayer promoveu uma cerimónia de entrega dos donativos às Associações nas instalações da RFM.


Diretor Geral da Bayer Portugal, Florian Ibe
Responsável de Marketing da Aspirina, Ricardo Santos
Responsável de Comunicação da Alzheimer Portugal, Tatiana Nunes
Diretor da RFM, António Mendes

A História da vencedora que selecionou a Alzheimer Portugal para receber o donativo:

Esta foi a história que Sandra Gomes enviou para se candidatar ao passatempo:

Acabei de regressar de uma viagem ao Vietname onde se passou uma história extraordinária.

No Norte do Vietname na zona de Ha Giang há um percurso pela montanha de 400km, que dura cerca de 4 dias, e que é normalmente feito de mota. Por volta do km90 verifiquei que tinha perdido a carteira (saltou do bolso) com 200 euros na moeda vietnamita, cartão do cidadão, carta de condução e cartões de crédito e débito. Após entrar em pânico, não só pelo valor dentro da carteira mas também por ter perdido os cartões e hipótese de levantar mais, lembrei-me que tinha junto das notas o cartão do meu último hostel, na cidade onde iniciei a viagem (Ha Giang).

No entanto, dado ser um valor muito elevado para o Vietname e a estrada ser extremamente movimentada, achei não haver a mínima hipótese de aparecer. Liguei para o hostel e alguém tinha entrado em contacto com eles e a carteira iria ser devolvida na polícia durante a tarde, nem queria acreditar.

Passados dois dias, na minha chegada de volta à cidade, soube da história surpreendente: um agricultor que vive numa das aldeias no topo da montanha (extremamente pobres) encontrou a minha carteira e assumiu que eu sem ela não poderia voltar para ao meu país. Ele parou a vida dele, apanhou um autocarro que demorou duas horas até à cidade do hostel, pagando do próprio bolso (valor que para eles não é simbólico), para ir entregar a carteira à polícia, no próprio dia. Ele nem deixou nenhum dado à polícia, nem tão pouco retirou qualquer quantia de dentro da carteira e voltou para casa (outras duas horas e outro bilhete).

Ao chegar à cidade fui buscar a carteira à polícia e entrei em contacto com o senhor através do hostel que ele tinha inicialmente contactado para lhe agradecer e, claro, ofereci recompensa.

É de salientar que o dinheiro que eu tinha dentro da carteira é bem mais do que um ordenado médio no Vietname e que para a pessoa em causa é mais do que nós podemos ter ideia. Não só não ter sido roubado o dinheiro, mas também, todo o esforço e sacrifício que foi para ele fazer a carteira chegar de volta a mim foi algo que me marcou muito e uma história que tenho todo o prazer em partilhar.

Ele salvou o meu dia, a minha semana, as minhas férias, o meu pós-férias e, acima de tudo, a minha esperança de que há gente de bem em todo lado, sob todas as circunstâncias.

A Alzheimer Portugal agradece à concorrente ter selecionado esta associação para receber o donativo. São gestos como o seu que nos fazem acreditar que não estamos sozinhos e que cada vez a sociedade está mais desperta para este problema.

Juntos, conseguiremos uma sociedade que integre as Pessoas com Demência e reconheça os seus Direitos.
 


Conferência «Da ação refletida à mudança»

Conferência

«Da ação refletida à mudança: respostas adaptativas face ao envelhecimento perturbado»

22 de setembro de 2017  |  Auditório da Casa de Saúde Câmara Pestana, Funchal

A
Delegação da Madeira da Alzheimer Portugal promove, no dia 22 de
setembro de 2017, a Conferência «Da ação refletida à mudança, respostas
adaptativas face ao envelhecimento perturbado», que terá lugar no
Auditório da Casa de Saúde Câmara Pestana, no Funchal.

Esta conferência tem como objetivos:

  •  alertar
    a comunidade para a diversidade de necessidades das pessoas idosas que
    sofrem de demência e/ou de outras alterações provocadas por doença;
  • pensar
    diferentes estratégias e metodologias de intervenção face às alterações
    decorrentes da doença, visando a qualidade de vida e inclusão social
    das pessoas idosas doentes e o apoio aos cuidadores;
  • analisar
    diferentes dimensões relativas aos recursos e condições estruturais e
    contextuais recomendados para a participação efetiva dos idosos nos
    processos de cuidados necessários a uma vida condigna e com significado
    na sociedade;
  • atualizar conhecimentos científicos e experiências sobre a adaptação ao envelhecimento perturbado por doença.

PROGRAMA:

9h  | Sessão formal de abertura

9h30 - 10h  |  Conferência - Envelhecimento: doença crónica, depressão e demência.
Prof. Dr.ª Lia Fernandes (Médica Psiquiatra | Universidade do Porto)
Moderação: Prof. Dr.ª Isabel Fragoeiro (Presidente da Delegação da Madeira da Associação de Alzheimer)

10h às 11h  |  Mesa 1 - Novos riscos associados ao envelhecimento populacional? Novas problemáticas na área da saúde? Que diagnósticos? Que intervenções? Que resultados esperados?
Prof. Dr. Ricardo Fabrício (Sociólogo | Universidade da Madeira)
Dr.ª Helena Fragoeiro (Médica especialista em Medicina Geral e Familiar | SESARAM, EPE)
Enf. Dalila Freitas (Enfermeira especialista em Geriatria)
Moderação: Prof. Dr. Pedro Telhado Pereira (Universidade da Madeira)

11h30 - 12h30  |  Mesa 2: Viver com demência em sociedade: suprir o desânimo e superar o estigma! Que necessidades? Que obstáculos? Que oportunidades?
Dr.ª Catarina Alvarez (Psicóloga | Projeto Cuidar Melhor, Alzheimer Portugal)
Mestre Ana Margarida Consiglieri (Socióloga)
Dr.ª Conceição Estudante (Cidadã aposentada)
Moderação: Dr.ª Ana Lúcia Faria (Madeira Interactive Technologies Institute)

14h - 15h  |  Mesa 3: Contextos e respostas sociais integradores e dignificantes da pessoa idosa com perturbações físicas e mentais.
Prof. Dr. Ignácio Martin (Psicólogo | Universidade de Aveiro)
Ter. Fábio Pereira (Terapeuta Ocupacional | Madeira Interactive Technologies Institute)
Dr.ª Maria do Rosário Zincke (Jurista | Alzheimer Portugal)
Moderação: Dr.ª Rubina Leal (Socióloga | Secretaria Regional da Inclusão e Assuntos Sociais)

15h20 - 16h20  |  Mesa 4: Da autonomia à dependência: do autocuidado pleno à necessidade de apoio terapêutico total.
Prof. Dr.ª Gorete Reis (Enfermeira | Universidade de Évora)
Dr.ª Lucília Nóbrega (Psicóloga | Alzheimer Portugal)
Dr.ª Filipa Brazão (Cuidadora familiar)
Enf. Manuel Freitas e Enf. Lisete Paixão (Enfermeiros | Casa de Saúde S. João de Deus)
Moderação: Mestre Ana Cristina Abreu (Casa de Saúde Câmara Pestana)

16h20 - 17h30  |  Mesa 5: Famílias: Novas formas? Outros desafios? Implicações no suporte aos mais idosos. Impacto nas famílias.
Prof. Dr.ª Luísa Santos (Enfermeira e Mediadora Familiar | Escola Superior de Enfermagem S. José de Cluny)
Mestre Carmo Gouveia (Professora da Universidade da Madeira e Enfermeira)
Dr.ª Teresa Meneses – (Psicóloga e Mediadora Familiar)
Moderação: Profª Dr.ª Maria João Barreira (Universidade da  Madeira)

17h30 – 17h45  |  Conclusões Principais
Prof. Ana Natividade (Universidade da Madeira)
Enfs. Isabel Canada e Fernanda Paula Nunes (Alzheimer Portugal)

INSCRIÇÕES

Preço para profissionais: 20€
Preço para associados e estudantes das áreas da saúde e social: 15€

Contactos para informações e inscrições:

Telefone: 291 772 021
E-mail: geral.madeira@alzheimerportugal.org


2º Encontro de Profissionais

2º Encontro de Profissionais

"Cuidados a Prestar na Demência - Uma abordagem Prática e Integrada"

26 de Novembro de 2015
Cascais | Auditório da Casa das Histórias Paula Rego

Este
evento formativo destina-se a profissionais, tais como, médicos,
enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, psicomotricistas, terapeutas
ocupacionais, assistentes sociais, e a estudantes universitários que
pretendam aprofundar os seus conhecimentos na área das demências

O
objetivo do encontro é abordar o tema da prestação de cuidados na área
das demências de um ponto de vista prático e integrado. Para o efeito,
serão apresentados casos para discussão e experiências no terreno de
modelos de intervenção.

Inscrições:

10€ por participante
através do e-mail geral@cuidarmelhor.org
ou do telefone 210 157 092

Público-Alvo:

Profissionais (médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, psicomotricistas, terapeutas ocupacionais, assistentes
sociais) e estudantes universitários que pretendam aprofundar os seus
conhecimentos na área das demências

Programa

Descarregue aqui a versão em PDF

09h00 Acolhimento dos Participantes

09h15 Abertura
Dr. Frederico Manuel Pinho de Almeida
Vereador da Câmara Municipal de Cascais

09h30 Caso 1 - Intervenção farmacológica nas Demências
Professor Doutor Alexandre Castro Caldas
Médico Neurologista - Diretor do Instituto de Ciências da Saúde da UCP

10h30 Caso 2 - A importância da ocupação da Pessoa com Demência

Dra. Elena Pimentel
Terapeuta Ocupacional - Casa do Alecrim - Associação Alzheimer Portugal

11h30 Intervalo

12h00 Caso 3 - As particularidades da alimentação nas Demências
Dra. Inês Domingos
Dietista - Escola Superior de Saúde de Bragança | ISAMB - Faculdade de Medicina de Lisboa

13h00 Almoço (livre)

14h30 Testemunho de uma Cuidadora Familiar
Margarida Pinto Correia
Embaixadora do Projeto Café Memória

15h00 Caso 4 - Intervenção em fim de vida - Musicoterapia
Maria Gabriela Nicolau
Mestre em Musicoterapia - Casa do Alecrim - Associação Alzheimer Portugal

16h00 Intervenções no terreno

1. Centro de Dia para Doentes de Alzheimer S. João de Deus - Centro
Hospitalar Conde de Ferreira - Misericórdia do Porto - Dra. Isabel
Martins - Médica Psiquiatra

2. Unidade de Cuidados Continuados Centro Bento XVI - Fátima
Dr. Manuel Caldas de Almeida - Diretor Clínico

3. A tecnologia ao serviço das Pessoas com Demência e dos seus Cuidadores «
Professor Doutor Tiago Guerreiro - Faculdade de Ciências - Universidade de Lisboa

4. Neuroser - Uma abordagem integrada para prestação de cuidados em regime de ambulatório - Dra. Ana Paula Pereira - Diretora

5. Projeto Cuidar Melhor - Serviços clínicos: Apoio Psicológico e Estimulação Cognitiva - Dra. Isabel Sousa - Neuropsicóloga

18h00 Encerramento

Uma iniciativa do Projeto Cuidar Melhor: https://www.cuidarmelhor.org


Conferência «Da ação refletida à mudança»

Conferência

«Da ação refletida à mudança: respostas adaptativas face ao envelhecimento perturbado»

22 de setembro de 2017  |  Auditório da Casa de Saúde Câmara Pestana, Funchal

A
Delegação da Madeira da Alzheimer Portugal promove, no dia 22 de
setembro de 2017, a Conferência «Da ação refletida à mudança, respostas
adaptativas face ao envelhecimento perturbado», que terá lugar no
Auditório da Casa de Saúde Câmara Pestana, no Funchal.

Esta conferência tem como objetivos:

  •  alertar
    a comunidade para a diversidade de necessidades das pessoas idosas que
    sofrem de demência e/ou de outras alterações provocadas por doença;
  • pensar
    diferentes estratégias e metodologias de intervenção face às alterações
    decorrentes da doença, visando a qualidade de vida e inclusão social
    das pessoas idosas doentes e o apoio aos cuidadores;
  • analisar
    diferentes dimensões relativas aos recursos e condições estruturais e
    contextuais recomendados para a participação efetiva dos idosos nos
    processos de cuidados necessários a uma vida condigna e com significado
    na sociedade;
  • atualizar conhecimentos científicos e experiências sobre a adaptação ao envelhecimento perturbado por doença.

PROGRAMA:

9h  | Sessão formal de abertura

9h30 - 10h  |  Conferência - Envelhecimento: doença crónica, depressão e demência.
Prof. Dr.ª Lia Fernandes (Médica Psiquiatra | Universidade do Porto)
Moderação: Prof. Dr.ª Isabel Fragoeiro (Presidente da Delegação da Madeira da Associação de Alzheimer)

10h
às 11h  |  Mesa 1 - Novos riscos associados ao envelhecimento
populacional? Novas problemáticas na área da saúde? Que diagnósticos?
Que intervenções? Que resultados esperados?
Prof. Dr. Ricardo Fabrício (Sociólogo | Universidade da Madeira)
Dr.ª Helena Fragoeiro (Médica especialista em Medicina Geral e Familiar | SESARAM, EPE)
Enf. Dalila Freitas (Enfermeira especialista em Geriatria)
Moderação: Prof. Dr. Pedro Telhado Pereira (Universidade da Madeira)

11h30
- 12h30  |  Mesa 2: Viver com demência em sociedade: suprir o desânimo e
superar o estigma! Que necessidades? Que obstáculos? Que oportunidades?
Dr.ª Catarina Alvarez (Psicóloga | Projeto Cuidar Melhor, Alzheimer Portugal)
Mestre Ana Margarida Consiglieri (Socióloga)
Dr.ª Conceição Estudante (Cidadã aposentada)
Moderação: Dr.ª Ana Lúcia Faria (Madeira Interactive Technologies Institute)

14h
- 15h  |  Mesa 3: Contextos e respostas sociais integradores e
dignificantes da pessoa idosa com perturbações físicas e mentais.
Prof. Dr. Ignácio Martin (Psicólogo | Universidade de Aveiro)
Ter. Fábio Pereira (Terapeuta Ocupacional | Madeira Interactive Technologies Institute)
Dr.ª Maria do Rosário Zincke (Jurista | Alzheimer Portugal)
Moderação: Dr.ª Rubina Leal (Socióloga | Secretaria Regional da Inclusão e Assuntos Sociais)

15h20 - 16h20  |  Mesa 4: Da autonomia à dependência: do autocuidado pleno à necessidade de apoio terapêutico total.
Prof. Dr.ª Gorete Reis (Enfermeira | Universidade de Évora)
Dr.ª Lucília Nóbrega (Psicóloga | Alzheimer Portugal)
Dr.ª Filipa Brazão (Cuidadora familiar)
Enf. Manuel Freitas e Enf. Lisete Paixão (Enfermeiros | Casa de Saúde S. João de Deus)
Moderação: Mestre Ana Cristina Abreu (Casa de Saúde Câmara Pestana)

16h20 - 17h30  |  Mesa 5: Famílias: Novas formas? Outros desafios? Implicações no suporte aos mais idosos. Impacto nas famílias.
Prof. Dr.ª Luísa Santos (Enfermeira e Mediadora Familiar | Escola Superior de Enfermagem S. José de Cluny)
Mestre Carmo Gouveia (Professora da Universidade da Madeira e Enfermeira)
Dr.ª Teresa Meneses – (Psicóloga e Mediadora Familiar)
Moderação: Profª Dr.ª Maria João Barreira (Universidade da  Madeira)

17h30 – 17h45  |  Conclusões Principais
Prof. Ana Natividade (Universidade da Madeira)
Enfs. Isabel Canada e Fernanda Paula Nunes (Alzheimer Portugal)

INSCRIÇÕES

Preço para profissionais: 20€
Preço para associados e estudantes das áreas da saúde e social: 15€

Contactos para informações e inscrições:

Telefone: 291 772 021
E-mail: geral.madeira@alzheimerportugal.org


I Encontro Nacional Alzheimer, Parkinson e Esclerose Múltipla

I Encontro Nacional Alzheimer, Parkinson e Esclerose Múltipla

20 de outubro de 2017
Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes,
Jardim das Rosas, Torres Novas

PROGRAMA

9h00 ABERTURA DO SECRETARIADO E ENTREGA DE DOCUMENTOS

9h30 SESSÃO DE ABERTURA SOLENE

10h00 SESSÃO DE BOAS VINDAS
Pedro Ferreira – Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas
José Carreira – Presidente da Associação Alzheimer Portugal
Ana Telma Botas - Vice Presidente da Associação Portuguesa Doentes Parkinson
Palmira Batista – Presidente da Associação Movimento Esclerose Múltipla do Médio Tejo

1º PAINEL – UM OLHAR TRIDIMENSIONAL: CONVERGÊNCIAS E DIVERGÊNCIAS NAS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Moderadora | Isabel Ambrósio – Diretora do Serviço Neurologia do Centro Hospitalar Médio Tejo
10h20 DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Rui Pedrosa - Chefe do Serviço de Neurologia do Hospital dos Capuchos Lisboa
10h40 A IMPORTÂNCIA DA INTERVENÇÃO E REABILITAÇÃO NAS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Manuel Domingos – Neuropsicólogo no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa
Hugo Miragaia - Professor do Departamento de Fisioterapia da Escola Superior de Saúde do Alcoitão

11h20 COFFEE BREAK

2º PAINEL - O FUTURO COMEÇA HOJE
Moderadora | Paula Guimarães – Fundação Montepio
11h30 COMO PREVENIR AS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Isabel Alonso - Neurocientista no Centro Genético Preditivo e Preventivo IBMC,i3S da Universidade do Porto
11h50 OS DIREITOS DE HOJE E OS DE AMANHÃ DAS PESSOAS COM DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Filomena Girão - Advogada da FAF e Responsável pela Área do Direito da Saúde
12h15 DEBATE

12h30 ALMOÇO

3º PAINEL – DAR VOZ: TRANSFORMAÇÕES NA IDENTIDADE E QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS COM DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Moderador/Comentador | Manuel de Matos – Psicólogo e Psicanalista
14h00 UM OLHAR INTROSPETIVO: VIVER COM A DOENÇA NEURODEGENERATIVA
Idalina Aguiar - Doente de Alzheimer
João Pedro Belo - Doente de Parkinson
Manuel António Garcia Subtil - Doente de Esclerose Múltipla

4º PAINEL – CUIDAR DE QUEM CUIDA – FAMILIARES E CUIDADORES FORMAIS: UMA PRIORIDADE
Moderador | Fernando Correia - Cuidador
15h15 O CUIDADOR NAS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Pedro Carvalho – Cuidador de doente de Alzheimer
Alice Fonsêca - Cuidadora de doente de Parkinson
Elsa Duarte Curado - Cuidadora de doente de Esclerose Múltipla
16h15 A IMPORTÂNCIA DA RESILIÊNCIA PSICOLÓGICA E GESTÃO DE STRESS DOS CUIDADORES
Sara Alves - Gerontóloga no Centro Atendimento 50+ da Unidade Investigação e Formação sobre Adultos e Idosos da ICBAS-UP

16h40 COFFEE BREAK

5º PAINEL – QUE PARADIGMA DE CUIDADOS PARA O FUTURO DAS INSTITUIÇÕES?
Moderador | Tiago Leite - Diretor do Centro Distrital da Segurança Social de Santarém
17h00 ACOLHER E CUIDAR: ADAPTAÇÃO DOS SERVIÇOS ÀS ESPECIFICIDADES DAS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Joaquim Ferreira – Neurologista, Diretor do Campus Neurológico Sénior de Torres Vedras
17h20 ACOLHER E CUIDAR: ADAPTAÇÃO DAS IPSS ÀS ESPECIFICIDADES DAS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Maria João Quintela - Membro da Direção da CNISS - Confederação Nacional das IPSS

6º PAINEL – SENSIBILIZAÇÃO, DIVULGAÇÃO E INTERVENÇÃO NAS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Moderadora | Patrícia Matos - Jornalista da TVI
17h45 O PAPEL DO PODER LOCAL
Pedro Ferreira - Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas
Pedro Ribeiro - Presidente da Câmara Municipal de Almeirim
18h15 O PAPEL DOS MEDIA
José Alberto Carvalho - Jornalista da TVI
Fernando Correia - Jornalista da TVI
18h45 ENCERRAMENTO SOLENE DO I ENCONTRO NACIONAL DAS DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS
Manuel Lopes - Coordenador Nacional dos Cuidados Continuados Integrados
Pedro Ferreira – Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas
Elvira Sequeira - Vereadora da Ação Social da Câmara Municipal de Torres Novas
Tiago Leite - Diretor do Centro Distrital da Segurança Social de Santarém

  • Descarregue aqui o Programa em formato PDF.

 

Inscrições

Valor: 12,50€

Informamos que as inscrições se encontram encerradas, uma vez que todos os lugares se encontram ocupados.

Dados para pagamento da inscrição:
Transferência IBAN: PT50003521660002157093018
Depósito N.º Conta: 2166021570930
Cheque Ordem: Alzheimer Portugal

Para mais informações, contacte:

Núcleo do Ribatejo da Alzheimer Portugal
R. Dom Gonçalo da Silveira Nº 31 - A, 2080-114 Almeirim
Telefone: 243 000 087
E-mail: 1encontronacional.torresnovas@gmail.com


Noites mal dormidas aumentam níveis de proteínas cerebrais relacionadas com Alzheimer

Longos períodos de noites mal dormidas ou de privação do sono aumentam os níveis de proteínas relacionadas com a doença de Alzheimer. Esta é a conclusão de um estudo publicado na revista científica Brain, que envolveu um grupo de participantes com idades compreendidas entre os 35 e os 65 anos.

Apesar de os cientistas já terem conhecimento das ligações entre a demência e a falta de sono, ainda não era claro se era a doença que levava à insónia ou vice-versa. Agora, um grupo de investigadores da Universidade de Stanford e da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington revelaram que apenas uma noite mal dormida é suficiente para aumentar os níveis de Beta-amiloide e Tau — proteínas fibrosas tóxicas que levam à perda progressiva de neurónios — no cérebro.

    [O estudo] mostra especificamente que o sono de ondas cerebrais lentas e as fases de sono profundo são importantes para baixar os níveis de amiloide durante a noite”, disse Yo-El Ju, neurologista da Universidade de Washington e co-autora do estudo, segundo o The Guardian.

A má qualidade das horas de descanso e a interrupção do sono de ondas cerebrais lentas, que restauram a capacidade neuronal, desempenham um papel chave no desencadeamento destas proteínas. Por isso, os investigadores decidiram realizar dois testes num grupo de 17 participantes saudáveis, com idades compreendidas entre os 35 e os 65 anos.
Os dois conjuntos de testes

Em ambos os testes era pedido aos participantes que completassem uma rotina de descanso em casa, num período de 5 a 14 dias durante o qual respondiam a questionários e usavam sensores para captar os seus movimentos durante o sono. Ao fim desse tempo era pedido que descansassem uma noite no laboratório para a realização de uma polissonografia (rastreio de ondas cerebrais). Durante o sono, todos os participantes usavam fones.

Aleatoriamente, alguns emitiam uma série de sinais sonoros quando o voluntário entrava em fase de sono de ondas lentas; outros ficavam em silêncio total. Na manhã seguinte era feita uma punção lombar, para extração de líquido cerebrospinal. Todos os participantes foram submetidos a estes dois conjuntos de procedimentos com um intervalo de 28 dias.

Os resultados, com base em dados de 17 participantes, revelaram que a interrupção do sono com ondas lentas teve um impacto. “Quanto mais perturbássemos o sono de ondas lentas, mais crescimento dos níveis de Beta-amiloide se verificava”, apontou Yo-El Ju.

A neurologista não se mostrou surpreendida por não se ter verificado um impacto nos níveis de Tau. No entanto, as informações recolhidas nos testes domésticos revelaram o contrário: o crescimento destes níveis estava relacionado com períodos alargados de noites mal dormidas.

A investigação não tinha por objetivo testar se as pessoas passaram a desenvolver Alzheimer, mas sim tentar explicar o porquê da má qualidade de sono estar relacionada com a demência. “Mostrámos que a privação do sono está ligada a níveis mais altos de duas proteínas associadas à doença de Alzheimer. Pensamos que talvez a má qualidade de sono crónica possa aumentar o risco de contrair a doença um dia mais tarde”, afirmou David Holtzman, autor do estudo.

De acordo com estimativas da Alzheimer Europe, dos cerca de 7 milhões de europeus que sofrem de demência, 182.526 são portugueses. A doença, de causa desconhecida, provoca a neurodegeneração e o consequente agravamento, progressivo e irreversível das funções cerebrais.

Fonte: https://observador.pt/2017/07/11/noites-mal-dormidas-aumentam-niveis-de-proteinas-cerebrais-relacionadas-com-alzheimer/


Dia Mundial do Cérebro

A 22 de Julho celebra-se o Dia Mundial do Cérebro.

Este ano o tema da efeméride é o acidente vascular cerebral e a importância de o prevenir e de o tratar:  "Stroke is a brain attack – prevent it and treat it" (o acidente vascular cerebral é um ataque ao cérebro – previna-o e trate-o).

A iniciativa é promovida pela Federação Europeia das Associações de Neurologia EFNA (European Federation of Neurological Associations), a qual tem vindo a desenvolver uma campanha “Together under the Umbrella” ( #UnderTheUmbrella )

Pode consultar o site da campanha em https://undertheumbrella.eu/ e a página no Facebook www.facebook.com/pg/UnderUmbrellaEU/

Com esta campanha pretende-se:
1.    Informar a sociedade sobre as doenças neurológicas e outras perturbações que afectem o cérebro;
2.    Chamar a atenção para o impacto e a prevalência dessas doenças;
3.    Unir todas as doenças do cérebro ou relacionadas com o cérebro, através de uma marca comum única e identificadora.
A Alzheimer Portugal associa-se a esta iniciativa por reconhecer a importância de uma abordagem global das doenças do cérebro, sendo o combate ao estigma e ao desconhecimento um objectivo comum.

Neste sentido está a organizar, em parceria com a Associação de Parkinson e a Associação de Esclerose Múltipla, o I Encontro Nacional denominado “Alzheimer, Parkinson e Esclerose Múltipla – Um olhar tridimensional sobre as doenças neurodegenerativas, que se realizará a 20 de Outubro, na Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes, Jardim das Rosas em Torres Novas.


Faturas Solidárias: Infarme

Faturas Solidárias: Infarme

A Alzheimer Portugal associou-se à Infarme para que as suas faturas de produtos de saúde se transformem em donativos.

A Infarme é
uma startup portuguesa que recolhe informação não pessoal das faturas
de farmácias, parafarmácias e lojas de produtos de saúde e bem-estar,
transformando-a em estudos de mercado que são vendidos a laboratórios e
farmacêuticas.

Uma parte desse valor de venda é posteriormente
distribuído pelas instituições a apoiar, escolhidas pelos remetentes das
faturas.

Assim, por cada foto/digitalização de fatura inserida no site infarme.com, e mediante a escolha da Alzheimer  Portugal como instituição a
ajudar, está a contribuir com um donativo entre 0,60€ e 1€ (dependendo
do volume total de faturas inseridas) para a Associação.

No final de cada mês, os doadores serão informados do contributo feito às suas instituições selecionadas no facebook Infarme.
Nesta fase de lançamento, a Alzheimer Portugal é a única instituição
beneficiária do Infarme, pelo que todas as faturas recebidas reverterão
para a Associação.

Passos a Seguir:

1. Fotografe ou digitalize as suas faturas  (ver imagem exemplo).
Faturas válidas: Farmácias de Portugal Parafarmácias (Wells, SaúdePrime…) Lojas de bem-estar (Celeiro, Go natural…)

2. Carregue as suas faturas através do formulário disponível em  www.infarme.com ou envie-as através do mail faturasinfarme@gmail.com

3. Preencha os seus dados
Preencha a sua idade e email e indique a instituição que pretende que receba até 1€ pela sua fatura enviada.

Os
montantes de donativos a entregar pelo Infarme à Alzheimer Portugal
serão calculados a partir do volume mensal (contados desde o primeiro
dia de cada mês até ao último dia desse mês) de documentos distintos
recebidos pela plataforma Infarme e ali endossados à Alzheimer Portugal
nas seguintes condições:

  • Até à 500º fatura: 1,00 € por cada documento válido
  • Da 501º à 1000º  fatura: 0,80€ por cada documento válido
  • A partir da 1000º fatura: 0,60€ por cada documento válido
Para que é usada a minha informação?

A
informação não pessoal, presente nas faturas que enviar será trabalhada
e adquirida por empresas da indústria da saúde. Uma parcela dessa
receita reverte a favor das nossas instituições associadas.

A minha privacidade está protegida?

Totalmente. Pode enviar uma foto com o seu nome e NIF cobertos (imagem exemplo).
De qualquer forma, nenhuma da sua informação pessoal será utilizada e
nenhuma informação extraída pela Infarme será possível de ser associada a
qualquer pessoa.

Que faturas são válidas?

Todas as
faturas das Farmácias de Portugal, Parafarmácias (como a Wells,
SaúdePrime etc) ou lojas de bem-estar e produtos naturais (Celeiro, Go
Natural etc) são válidas e convertíveis em donativos.

Pode enviar faturas não apenas do mês corrente, mas também de meses anteriores.

Reúna os seus familiares e amigos e apoie esta causa. Basta fotografar as suas faturas e enviá-las para estar a ajudar.


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Passeio da Memória 2017

Passeio da Memória 2017

www.passeiodamemoria.org

 

O Passeio da Memória é o grande evento anual da Alzheimer Portugal, que assinala o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. Consiste numa caminhada solidária, revertendo os fundos das inscrições na íntegra para a Alzheimer Portugal.

Tem como objetivos informar e consciencializar para a importância de reduzir o risco de desenvolver demência, para os sinais de alerta da Doença de Alzheimer e, sobretudo, para a importância do diagnóstico atempado.

 

16 de Setembro de 2017

17 de Setembro de 2017

 

21 de Setembro de 2017

 

24 de Setembro de 2017

 

Siga-nos também no Facebook em www.facebook.com/PasseioDaMemoria

 

Para mais informações contacte:

E-mail: info@alzheimerportugal.org

Telefone: +351 213 610 460

 


4º Encontro de Profissionais

Na sequência das três edições anteriores, realiza-se este ano o 4º Encontro de Profissionais "Cuidados a Prestar na Demência - Uma abordagem Prática e Integrada", organizado pelo Projeto Cuidar Melhor em colaboração com o Município de Sintra.

Dia 14 de Novembro de 2017, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

Convidamos os profissionais que trabalham na área das demências a participar!

PROGRAMA

09h00 ACOLHIMENTO DOS PARTICIPANTES

09h30 SESSÃO DE ABERTURA
REPRESENTANTE DO EXECUTIVO DO MUNICÍPIO DE SINTRA

10h00 CASO 1  |  A ABORDAGEM CENTRADA NA PESSOA COM DEMÊNCIA NA PRÁTICA
PATRÍCIA PAQUETE | Terapeuta Ocupacional |Humanamente

11h00 INTERVALO

11h30 CASO 2  |  ALTERAÇÕES DO COMPORTAMENTO NA PESSOA COM DEMÊNCIA
LIA FERNANDES | Médica Psiquiatra | Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

12h30 ALMOÇO

14h00 CASO 3  |  APOIO AOS CUIDADORES  INTERVENÇÃO COM AS FAMÍLIAS
MANUEL GONÇALVES PEREIRA | Médico Psiquiatra | Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa

15h00 CASO 4  |  CUIDAR DA PESSOA COM DEMÊNCIA EM FIM DE VIDA
ANA BERNARDO | Vice-presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos

16h00 INTERVALO

16h30 CASO 5  |   CUIDAR DE PESSOAS COM DEMÊNCIA EM CONTEXTO INSTITUCIONAL - DESAFIOS
FERNANDA CARRAPATOSO | Diretora Técnica da Casa do Alecrim | Alzheimer Portugal

17h30 ENCERRAMENTO

MODERADORES DO ENCONTRO:
Alexandre Castro Caldas  |  Médico Neurologista  |  Diretor do Instituto de Ciências da Saúde - UCP
Catarina Alvarez  |  Psicóloga  |  Coordenadora do Projeto Cuidar Melhor

Descarregue aqui o programa em formato PDF.

Inscrições:

Valor: 20€

 

Para mais informações contactar:
Linha Cuidar Melhor - 210 157 092
Email - geral@cuidarmelhor.org
 


4º Encontro de Profissionais

Na sequência das três edições anteriores, realiza-se este ano o 4º Encontro de Profissionais "Cuidados a Prestar na Demência - Uma abordagem Prática e Integrada", organizado pelo Projeto Cuidar Melhor em colaboração com o Município de Sintra.

Dia 14 de Novembro de 2017, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

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PROGRAMA

09h00 ACOLHIMENTO DOS PARTICIPANTES

09h30 SESSÃO DE ABERTURA
REPRESENTANTE DO EXECUTIVO DO MUNICÍPIO DE SINTRA

10h00 CASO 1  |  A ABORDAGEM CENTRADA NA PESSOA COM DEMÊNCIA NA PRÁTICA
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11h00 INTERVALO

11h30 CASO 2  |  ALTERAÇÕES DO COMPORTAMENTO NA PESSOA COM DEMÊNCIA
LIA FERNANDES | Médica Psiquiatra | Faculdade de Medicina da Universidade do Porto

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MANUEL GONÇALVES PEREIRA | Médico Psiquiatra | Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa

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ANA BERNARDO | Vice-presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos

16h00 INTERVALO

16h30 CASO 5  |   CUIDAR DE PESSOAS COM DEMÊNCIA EM CONTEXTO INSTITUCIONAL - DESAFIOS
FERNANDA CARRAPATOSO | Diretora Técnica da Casa do Alecrim | Alzheimer Portugal

17h30 ENCERRAMENTO

MODERADORES DO ENCONTRO:

Alexandre Castro Caldas  |  Médico Neurologista  |  Diretor do Instituto de Ciências da Saúde - UCP
Catarina Alvarez  |  Psicóloga  |  Coordenadora do Projeto Cuidar Melhor

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Valor: 20€

 

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4º Encontro de Profissionais

Na sequência das três edições anteriores, realiza-se este ano o 4º Encontro de Profissionais "Cuidados a Prestar na Demência - Uma abordagem Prática e Integrada", organizado pelo Projeto Cuidar Melhor em colaboração com o Município de Sintra.

Dia 14 de Novembro de 2017, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

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PROGRAMA

09h00 ACOLHIMENTO DOS PARTICIPANTES

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11h00 INTERVALO

11h30 CASO 2  |  ALTERAÇÕES DO COMPORTAMENTO NA PESSOA COM DEMÊNCIA
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MODERADORES DO ENCONTRO:

Alexandre Castro Caldas  |  Médico Neurologista  |  Diretor do Instituto de Ciências da Saúde - UCP
Catarina Alvarez  |  Psicóloga  |  Coordenadora do Projeto Cuidar Melhor

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Valor: 20€

 

Para mais informações contactar:

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Email - geral@cuidarmelhor.org
 


Guia sobre a Demência de Início Precoce

Foi lançado um novo site com conteúdos em português, dedicado a cuidadores de pessoas com demência de início precoce.

A Demência de início precoce caracteriza-se por se manifestar em pessoas com menos de 65 anos, contabilizando cerca de 9% de todos os casos de demência.1

Esta plataforma resulta do projeto RHAPSODY, no âmbito do programa conjunto da União Europeia intitulado Joint Programme in Neurodegenerative Disease – JPND.

Aceda aqui: https://www.young-dementia-guide.pt/

O ESTUDO RHAPSODY

O estudo RHAPSODY (Research to Assess Policies and Strategies for Dementia in the Young), financiado por um programa da União Europeia (JPND) e em Portugal pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), propôs-se apoiar os cuidadores de pessoas com demência de início precoce, um grupo particularmente desfavorecido de doentes. A demência de início precoce afecta aproximadamente 1 em 1000 pessoas na população dos 45-64 anos, e de forma dramática também os seus cuidadores.

O estudo envolveu uma equipa multidisciplinar com 8 investigadores principais pertencentes a 6 países europeus (Portugal, França, Holanda, Alemanha, Suécia, Reino Unido), da academia e da indústria, representando as áreas da medicina, psiquiatria, neurologia, neuropsicologia, enfermagem, neurociências, economia da saúde e informática, com apoio de associações de doentes.

No estudo RHAPSODY foram analisados e comparados os sistemas e recursos de saúde e sociais que auxiliam os doentes com demência de início precoce, bem como as necessidades e o acesso aos cuidados deste grupo de doentes, e a partir daí procedeu-se ao desenvolvimento de um programa educativo, baseado na internet, de suporte aos cuidadores de pessoas com demência de início precoce. O estudo piloto realizado demonstrou a exequibilidade e boa aceitação deste programa por parte dos cuidadores, apontando mesmo para benefícios nas reacções disruptivas dos doentes, e melhoria do sentimento de confiança dos cuidadores.

A versão portuguesa do programa RHAPSODY foi apresentada publicamente pela primeira vez no decorrer da 31ª reunião do Grupo de Estudos de Envelhecimento Cerebral e Demências, no passado dia 30 de Junho, em Lisboa.

O programa é formado de 7 partes:

  • O capítulo 1 fornece a definição de demência de início precoce e explica como esta difere da demência que ocorre mais tarde na vida. As experiências pessoais de dois cuidadores (representados por actores) mostram o impacto desta condição.
  • O capítulo 2 aprofunda a perspectiva médica acerca da demência de início precoce, incluindo as principais patologias subjacentes e os princípios de diagnóstico e tratamento.
  • O capítulo 3 aborda dificuldades frequentes associadas à demência de início precoce e sugere algumas soluções. Alguns vídeos ilustram estratégias úteis para ajudar as pessoas com demência de início precoce, e encorajá-las a manter as suas actividades de vida diária.
  • O capítulo 4 foca-se nas alterações de comportamento, contem também um vídeo auxiliando no seu reconhecimento e controlo.
  • No capítulo 5, o impacto da demência de início precoce nas relações familiares é discutido, incluindo aspectos específicos relacionados com os cônjuges e os filhos.
  • Os vários tipos de ajuda disponíveis são mencionados no capítulo 6.
  • Finalmente, o capítulo 7 sublinha a importância e propõe estratégias para o cuidador manter o seu próprio bem-estar.

Toda a equipa envolvida na elaboração do RHAPSODY espera sinceramente que o programa possa ser realmente útil aos cuidadores de doentes com demência de início precoce. O programa poderá também interessar a todos os cuidadores em geral, bem como a profissionais, investigadores e estudantes desta área.

O programa RHAPSODY está disponível AQUI.

Alexandre de Mendonça
Investigador Principal do Projecto Rhapsody

1  Alzheimer’s Disease International and WHO. Dementia: a public health priority. Geneva: World Health
Organization; 2012 (https://www.who.int/mental_health/publications/dementia_report_2012/en/)