Plano de Ação Global para as Demências 2017- 2025
A Organização Mundial de Saúde aprovou o Plano Global de Ação para uma resposta de saúde pública à demência 2017-2025 ("Global Plan of Action on the Public Health Response to Dementia 2017- 2025”), no passado dia 27 de Maio, em Genebra, Suíça.
O Plano foi adotado por 194 países da OMS, afirmando a necessidade urgente dos países adoptarem um plano nacional para as demências (apenas 29 dos 194 países possuem um plano).
A Demência afeta 50 milhões de pessoas em todo o mundo, um número que vai quase triplicar até 2050. Mais da metade de todas as pessoas com demência vivem em países de baixo e médio rendimento, onde apenas 10% dos indivíduos recebem um diagnóstico.
Este plano global foi construído com base nos pareceres de instituições e associações de todo o mundo e inclui 7 grandes áras de atuação:
1| Demência como uma prioridade de Saúde Pública
2| Consciencialização para a Demência e criação de sociedades amigas das pessoas com demência
3| Redução de Risco de Demência
4| Diagnóstico, Tratamento e Apoio nas Demências
5| Apoio aos cuidadores de Pessoas com Demência
6| Disponibilização de informação sobre Demências
7| Investigação e Inovação nas Demências.
Consulte aqui o Draft do global action plan on the public health response to dementia
Cimeira Mundial de Alzheimer: Inscrições Abertas
Estão abertas as inscrições para a Alzheimer’s Global Summit Lisbon 2017, uma iniciativa conjunta da Fundação Champalimaud, da Fundación Reina Sofía, Fundación CIEN, CIBERNED e CRE Alzheimer.
Entre os dias 18 e 22 de setembro a Fundação Champalimaud irá receber os maiores especialistas mundiais em distúrbios neurodegenerativos tais como as Doenças de Alzheimer, Parkinson e Huntington. Será ainda dado um enfoque particular à investigação desenvolvida na área dos serviços sociais e dos cuidados de saúde.
A Fundação Champallimaud convida todos os investigadores que desenvolvem trabalho nesta área a submeter os seus trabalhos.
Prazo para submissão de resumos referentes ao programa “Investigação na área dos serviços sociais e dos cuidados de saúde”: 9 de julho de 2017
Prazo para submissão de resumos referentes ao programa científico "Cimeira Mundial sobre Doenças Neurodegenerativas”: 21 de julho de 2017
Regras disponíveis em https://alzheimersummitlisbon2017.com/
CIMEIRA MUNDIAL DE ALZHEIMER (Alzheimer's Global Summit)
A Cimeira Mundial de Alzheimer vai realizar-se entre 18 e 22 de Setembro de 2017 em Lisboa, na Fundação Champalimaud, com o apoio da Fundação Rainha Sofia (Espanha).
Este importante cimeira sobre a Doença de Alzheimer assentará em dois pilares fundamentais: Investigação na Área dos Serviços Sociais e de Cuidados de Saúde (18-22 de Setembro), organizado pelo Centro Nacional de Referência nos Cuidados no âmbito da Doença de Alzheimer e outras Demências (CREA) de Imserso, e Cimeira Científica (20-22 de Setembro), organizada pela Fundação CIEN – Centro de Investigação de Doenças Neurológicas e pelo CIBERNED - Centro de Investigação Biomédica em rede de Doenças Neurodegenerativas.
Cada uma das áreas temáticas destina-se a públicos diferentes, apresentando o seu próprio programa, sendo o objectivo transmitir uma panorâmica mais completa sobre a Doença de Alzheimer, no sentido de aumentar o conhecimento desta doença neurodegenerativa:
Investigação na Área dos Serviços Sociais e de Cuidados de Saúde
Serão apresentadas experiências inovadoras no âmbito da utilização de trerapias não-farmacológicas e centradas na Pessoa, de modo a promover a pesquisa socio-sanitária e a normalizar a vida diária das pessoas com demência e das suas famílias.
Este fórum, que contará com os mais importantes especialistas e investigadores a nível internacional, procura, a partir de uma abordagem científica, dar respostas tanto a profissionais como a cuidadores quanto à forma como melhorar a qualidade de vida das pessoas com doença de Alzheimer.
Tal como nos anos anteriores, o CRE de Alzheimer, juntamente com a Fundação Rainha Sofia, pretende, com estas cimeiras, aproximar a sociedade dos avanços da ciência na luta contra a doença de Alzheimer e, acima de tudo, realçar a evidente necessidade de progressos na busca por soluções e respostas globais.
Cimeira Científica
A Cimeira Científica ou Cimeira Mundial de Doenças Neurodegenerativas focar-se-á nos principais avanços científicos na investigação das doenças neurodegenerativas, particularmente das doenças de Alzheimer, de Parkinson e de Huntington. Esta cimeira realiza-se anualmente desde 2013, sob a denominação de “Congresso Internacional sobre Inovação e Investigação de Doenças Neurodegenerativas (CIIIEN)”, sendo organizada pela Fundação Rainha Sofia, pelo Centro de Investigação de Doenças Neurológicas (CIEN) e pelo Centro de Investigação Biomédica em rede das Doenças Neurodegenerativas (CIBERNED), oferecendo um fórum de discussão de diversas áreas de interesse relacionadas com aspectos básicos, clínicos e translacionais da investigação das doenças neurodegenerativas. Participarão nesta Cimeira Mundial mais de 400 investigadores de vários países.
Para mais informações:
https://alzheimersummitlisbon2017.com/
O impacto global da demência
A cada 3 segundos, alguém no mundo desenvolve uma forma de demência.
Por 2050, o número de pessoas com demência em todo o mundo será de mais de 131 milhões, fazendo desta doença uma das mais significativas crises globais do século XXI, tanto a nível social, com económico ou de saúde pública.
Demência é, assim, o termo utilizado para descrever o conjunto de doenças neurodegenerativas que afetam a memória, a capacidade intelectual e de raciocínio, as competências sociais e que provocam alterações nas reações emocionais normais.
As pessoas com Demência diferem nos padrões de problemas que apresentam e na velocidade com que as suas capacidades se deterioram. As suas capacidades podem sofrer alterações de um dia para o outro ou mesmo ao longo do dia. Porém, o certo é que vão sofrer uma deterioração, que em alguns casos é rápida, ocorrendo em poucos meses, e noutros é mais lenta, acontecendo ao longo de vários anos.
Até aos 65 anos, a probabilidade de desenvolver demência é de 1 em 1000 pessoas. Aos 65 anos, esta probabilidade é de 1 em 20. A partir dos 80 anos, 1 em cada 5 pessoas irá desenvolver demência.
O estigma e a falta de conhecimentos sobre a demência são ainda uma barreira para que o mundo seja um lugar melhor para as pessoas com demência e seus cuidadores, onde a sua qualidade de vida seja promovida.
Estes são apenas alguns dos motivos pelos quais as demências devem ser consideradas uma prioridade de saúde pública e os Estados devem desenvolver e implementar Estratégias Globais para as Demências.
Fonte: Alzheimer's Disease International
Distinção internacional para neurocientista português que estuda o cérebro
Tem sido um longo caminho de estudo para tentar perceber esta nossa capacidade de mudar o mundo. Criamos máquinas, edifícios, automóveis velozes, mas como se inicia uma ação de forma espontânea? O que a determina e como a repetimos? Como ganhamos uma capacidade que foi aprendida, embora pareça inata? Tem sido, de facto, um longo caminho a descobrir o porquê de haver pessoas que não conseguem iniciar ações espontâneas, como os doentes de Parkinson. Mas a persistência de Rui Costa está a dar frutos.
O investigador principal na Fundação Champalimaud é hoje distinguido com a Medalha Ariëns Kappers pelo seu trabalho ao nível do controlo dos movimentos voluntários – que pode conduzir a novas terapias em doenças como a de Parkinson, Huntington ou Síndrome de Tourette. Uma distinção bem merecida, segundo o Instituto de Neurociências da Holanda (NIN), entusiasmado com o trabalho seminal sobre o controlo dos movimentos desenvolvido por Rui Costa. Em concreto, explica, o cientista português «descobriu mecanismos essenciais nos gânglios da base [uma área do cérebro], que são responsáveis pelo controlo da iniciação e das sequências de movimentos voluntários».
Um ponto comum a todas as doenças que afetam estes gânglios da base – doença de Parkinson, de Huntington, síndrome de Tourette (a chamada “doença dos tiques”) e outras – é o facto de os doentes não conseguirem controlar os seus movimentos. «A investigação fundamental de Rui Costa fornece justamente uma base para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas contra doenças como a Parkinson, as perturbações do espetro do autismo e as perturbações obsessivo-compulsivas», esclarece o NIN.
A honra que agora lhe cabe, ao receber a Ariëns Kappers, só lhe dá ainda mais vontade de alcançar tudo o que puder sobre a neurobiologia da ação, na saúde e na doença.
Após receber o galardão atribuído pela Academia Real de Artes e Ciência da Holanda desde 1987, em homenagem ao neurologista holandês Cornelius Ubbo Ariëns Kappers – o primeiro director do Instituto Central de Estudo do Cérebro da Holanda (de 1908 a 1946), entretanto rebatizado NIN –, Rui Costa dá uma conferência intitulada Generating and shaping novel action repertoires (algo como Geração e formação de repertórios de novas ações). Antes dele, outros neurocientistas de renome receberam este prémio, entre os quais o português António Damásio e os norte-americanos Gerald Edelman e Michael Gazzaniga – todos agraciados em 1999. A honra que agora lhe cabe só lhe dá ainda mais vontade de alcançar tudo o que puder sobre a neurobiologia da ação, na saúde e na doença.
Natural da Guarda, licenciado em Medicina Veterinária pela Universidade Técnica de Lisboa em 1996, Rui Costa foi o primeiro investigador nacional a receber, pela segunda vez, um financiamento do Conselho Europeu de Investigação. Aos 41 anos (tem hoje 44), foram-lhe atribuídos mais dois milhões para estudar o chunking, um mecanismo cerebral que nos permite organizar memórias e ações. «O dinheiro internacional é mais regular, por isso já não concorro a financiamento em Portugal», diz o neurocientista, que pertence ao Programa de Neurociências da Fundação Champalimaud desde 2009.
Depois de em 2002 se doutorar em Ciências Biomédicas pela Universidade do Porto e pela Universidade da Califórnia, Los Angeles, fez o pós-doutoramento em Neurobiologia na Universidade de Duke (em Durham, Carolina do Norte). Entre 2006 e 2009 liderou a secção de Neurobiologia da Ação nos Institutos Nacionais da Saúde nos EUA. Então, regressou a Portugal.
«A minha inclinação inicial para veterinária aconteceu porque gostava de comportamento animal e comecei a investigar a amamentação», conta. Uma coisa levou à outra: ao perceber que as crias ficavam mais tempo a mamar numa glândula da mãe se ele lhe injetava oxitocina (a hormona que provoca a secreção de leite), trocando de glândula caso ele a bloqueasse, descobriu que aquele é um comportamento aprendido, não inato. Pertencia já ao campo da neurociência, onde se sente como peixe na água.
«Dentro de uns dez anos talvez possa haver novas terapias para as doenças ligadas a estes circuitos da ação que temos vindo a estudar», prevê o investigador, esperançado. Pela parte que lhe toca, fará os impossíveis para desvendar os insondáveis mistérios do cérebro.
Fonte: Notícias Magazine
Sardinhada em Lisboa
No passado dia 29 de Junho, os Serviços de Lisboa da Associação Alzheimer Portugal celebraram os Santos Populares com um almoço de confraternização entre utentes, cuidadores e colaboradores.
Foi neste espírito de celebração e convívio que recebemos igualmente os alunos da Escola da Promotora, que nos contemplaram com as suas Marchas.
Muito Agradecemos à Escola da Promotora pela sua visita, bem como aos nossos cuidadores e utentes pelo alegre convívio que nos proporcionaram.
A Alzheimer Portugal promove continuamente a integração das pessoas com demência na comunidade. Desmistificar e reduzir o estigma em torno desta doença é um dos nossos grandes objetivos.
Estratégias e Políticas sobre Demências
Estratégias e Políticas sobre Demências: Comparação entre vários países europeus
Novo Relatório da Alzheimer Europe destaca as desigualdades no acesso a cuidados e a tratamentos específicos para as demências em toda a Europa.
O objetivo do relatório intitulado "European Dementia Monitor" é fornecer um benchmark de políticas nacionais para as demências, a fim de comparar e classificar as respostas dos países europeus para o desafio da demência. O inquérito abrangeu todos os Estados-membros da União Europeia (com excepção da Estónia), bem como a Albânia, a Bósnia-Herzegovina, Jersey, Israel, Mónaco, Noruega, Suíça e Turquia.
Jean Georges, diretor executivo da Alzheimer Europe, afirmou: "A nossa organização tem feito lobby para o reconhecimento da demência como uma prioridade de saúde pública e apelou aos governos europeus para desenvolverem estratégias nacionais para a demências. O objectivo do European Dementia Monitor é perceber quais são os países que implementam políticas mais dementia-friendly, ou seja, que garantem o melhor apoio e tratamento às pessoas com demência e aos seus cuidadores. "
O European Dementia Monitor compara os países em 10 categorias diferentes:
1. Disponibilidade dos serviços de apoio e prestação de cuidados
2. Acessibilidade dos serviços de apoio e prestação de cuidados
3. Reembolso dos medicamentos
4. Disponibilidade de ensaios clínicos
5. Envolvimento do país em iniciativas europeias de investigação na área das
demências
6. Reconhecimento da demência como uma prioridade
7. Desenvolvimento de iniciativas dementia-friendly
8. Reconhecimento dos direitos
9. Ratificação dos tratados, internacionais e europeus, sobre direitos humanos;
10. Apoios e direitos dos cuidadores familiares no emprego.
De acordo com os resultados do European Dementia Monitor, nenhum país teve pontuação máxima em todas as dez categorias, verificando-se diferenças significativas entre os países europeus.
Portugal
No que diz respeito a Portugal, no ranking geral, entre um máximo de 75,2 pontos e um mínimo de 11,4, Portugal apresenta uma pontuação de 41,2, o que nos coloca quase na média dos países europeus que responderam ao questionário.
Os tópicos em que apresentamos melhor pontuação são:
• Existência de legislação que promove os direitos das pessoas em situação de incapacidade (por exemplo: testamento vital e procuração para cuidados de saúde);
• Assinatura e/ou ratificação de Convenções Internacionais como, por exemplo a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência;
• Participação em investigação e em ensaios clínicos, a nível europeu.
Os tópicos em que apresentamos pior pontuação são:
• Apoios no emprego aos cuidadores familiares, o que demonstra a necessidade urgente de criar o estatuto do cuidador;
• Inclusão e iniciativas amigas das pessoas com demência – aqui a pontuação é zero, pelo que urge lançar a campanha “Amigos das Pessoas com demência”;
No que respeita ao reconhecimento das demências como uma prioridade, a nossa pontuação é de 33, entre 100 e 0, que se explica pelo facto de ainda não termos um plano ou estratégia para as demências, por um lado, mas, por outro, a Alzheimer Portugal vê o seu trabalho reconhecido por entidades públicas que financiam os seus serviços e projectos, o que constitui reconhecimento das demências como uma prioridade.
Trabalho da Renascença sobre Alzheimer distinguido nos prémios Jornalismo em Saúde
A jornalista da Renascença Ana Carrilho recebeu uma menção honrosa nos prémios Jornalismo em Saúde, promovidos pela Apifarma e organizados pelo Clube de Jornalistas.
Ana Carrilho foi distinguida pelo trabalho “Alzheimer: Uma doença esquecida pela Europa”, emitido no dia 21 de Setembro de 2016.
Também Vânia Maia, jornalista da Visão, e Filipa Simas, da RTP, receberam menções honrosas.
Nesta primeira edição do prémio, atribuído pelo Clube de Jornalistas em parceria com a Apifarma, foram submetidas a análise do júri 23 trabalhos jornalísticos.
Nas categorias de Imprensa, Rádio, Televisão e Jornalismo Digital foram distinguidos os seguintes jornalistas:
- Catarina Gomes (Público), pelo trabalho “Catarina saiu de um mês em que praticamente não estava viva” - Imprensa
- Arlinda Brandão (Antena 1), pelo trabalho “Diabetes, ameaça silenciosa” - Rádio
- Isabel Moiçó (TVI), pelo trabalho “Um pedaço de ti” - Televisão
- Marlene Carriço (Observador), pelo trabalho “Temos médicos a menos ou a mais?” - Jornalismo Digital
Veja aqui o trabalho:
Alzheimer: uma doença esquecida pela Europa
Conferência «Da ação refletida à mudança»
Conferência
«Da ação refletida à mudança: respostas adaptativas face ao envelhecimento perturbado»
22 de setembro de 2017 | Auditório da Casa de Saúde Câmara Pestana, Funchal
A
Delegação da Madeira da Alzheimer Portugal promove, no dia 22 de
setembro de 2017, a Conferência «Da ação refletida à mudança, respostas
adaptativas face ao envelhecimento perturbado», que terá lugar no
Auditório da Casa de Saúde Câmara Pestana, no Funchal.
Esta conferência tem como objetivos:
- alertar
a comunidade para a diversidade de necessidades das pessoas idosas que
sofrem de demência e/ou de outras alterações provocadas por doença; - pensar
diferentes estratégias e metodologias de intervenção face às alterações
decorrentes da doença, visando a qualidade de vida e inclusão social
das pessoas idosas doentes e o apoio aos cuidadores; - analisar
diferentes dimensões relativas aos recursos e condições estruturais e
contextuais recomendados para a participação efetiva dos idosos nos
processos de cuidados necessários a uma vida condigna e com significado
na sociedade; - atualizar conhecimentos científicos e experiências sobre a adaptação ao envelhecimento perturbado por doença.
Para mais informações:
Telefone: 291 772 021
E-mail: geral.madeira@alzheimerportugal.org
Conferência «Da ação refletida à mudança»
Conferência
«Da ação refletida à mudança: respostas adaptativas face ao envelhecimento perturbado»
22 de setembro de 2017 | Auditório da Casa de Saúde Câmara Pestana, Funchal
A
Delegação da Madeira da Alzheimer Portugal promove, no dia 22 de
setembro de 2017, a Conferência «Da ação refletida à mudança, respostas
adaptativas face ao envelhecimento perturbado», que terá lugar no
Auditório da Casa de Saúde Câmara Pestana, no Funchal.
Esta conferência tem como objetivos:
- alertar
a comunidade para a diversidade de necessidades das pessoas idosas que
sofrem de demência e/ou de outras alterações provocadas por doença; - pensar
diferentes estratégias e metodologias de intervenção face às alterações
decorrentes da doença, visando a qualidade de vida e inclusão social
das pessoas idosas doentes e o apoio aos cuidadores; - analisar
diferentes dimensões relativas aos recursos e condições estruturais e
contextuais recomendados para a participação efetiva dos idosos nos
processos de cuidados necessários a uma vida condigna e com significado
na sociedade; - atualizar conhecimentos científicos e experiências sobre a adaptação ao envelhecimento perturbado por doença.
PROGRAMA:
9h | Sessão formal de abertura
9h30 - 10h | Conferência - Envelhecimento: doença crónica, depressão e demência.
Prof. Dr.ª Lia Fernandes (Médica Psiquiatra | Universidade do Porto)
Moderação: Prof. Dr.ª Isabel Fragoeiro (Presidente da Delegação da Madeira da Associação de Alzheimer)
10h
às 11h | Mesa 1 - Novos riscos associados ao envelhecimento
populacional? Novas problemáticas na área da saúde? Que diagnósticos?
Que intervenções? Que resultados esperados?
Prof. Dr. Ricardo Fabrício (Sociólogo | Universidade da Madeira)
Dr.ª Helena Fragoeiro (Médica especialista em Medicina Geral e Familiar | SESARAM, EPE)
Enf. Dalila Freitas (Enfermeira especialista em Geriatria)
Moderação: Prof. Dr. Pedro Telhado Pereira (Universidade da Madeira)
11h30
- 12h30 | Mesa 2: Viver com demência em sociedade: suprir o desânimo e
superar o estigma! Que necessidades? Que obstáculos? Que oportunidades?
Dr.ª Catarina Alvarez (Psicóloga | Projeto Cuidar Melhor, Alzheimer Portugal)
Mestre Ana Margarida Consiglieri (Socióloga)
Dr.ª Conceição Estudante (Cidadã aposentada)
Moderação: Dr.ª Ana Lúcia Faria (Madeira Interactive Technologies Institute)
14h
- 15h | Mesa 3: Contextos e respostas sociais integradores e
dignificantes da pessoa idosa com perturbações físicas e mentais.
Prof. Dr. Ignácio Martin (Psicólogo | Universidade de Aveiro)
Ter. Fábio Pereira (Terapeuta Ocupacional | Madeira Interactive Technologies Institute)
Dr.ª Maria do Rosário Zincke (Jurista | Alzheimer Portugal)
Moderação: Dr.ª Rubina Leal (Socióloga | Secretaria Regional da Inclusão e Assuntos Sociais)
15h20 - 16h20 | Mesa 4: Da autonomia à dependência: do autocuidado pleno à necessidade de apoio terapêutico total.
Prof. Dr.ª Gorete Reis (Enfermeira | Universidade de Évora)
Dr.ª Lucília Nóbrega (Psicóloga | Alzheimer Portugal)
Dr.ª Filipa Brazão (Cuidadora familiar)
Enf. Manuel Freitas e Enf. Lisete Paixão (Enfermeiros | Casa de Saúde S. João de Deus)
Moderação: Mestre Ana Cristina Abreu (Casa de Saúde Câmara Pestana)
16h20 - 17h30 | Mesa 5: Famílias: Novas formas? Outros desafios? Implicações no suporte aos mais idosos. Impacto nas famílias.
Prof. Dr.ª Luísa Santos (Enfermeira e Mediadora Familiar | Escola Superior de Enfermagem S. José de Cluny)
Mestre Carmo Gouveia (Professora da Universidade da Madeira e Enfermeira)
Dr.ª Teresa Meneses – (Psicóloga e Mediadora Familiar)
Moderação: Profª Dr.ª Maria João Barreira (Universidade da Madeira)
17h30 – 17h45 | Conclusões Principais
Prof. Ana Natividade (Universidade da Madeira)
Enfs. Isabel Canada e Fernanda Paula Nunes (Alzheimer Portugal)
INSCRIÇÕES
Preço para profissionais: 20€
Preço para associados e estudantes das áreas da saúde e social: 15€
Contactos para informações e inscrições:
Telefone: 291 772 021
E-mail: geral.madeira@alzheimerportugal.org
Presidente da República defende Estatuto do Cuidador Informal
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa presidiu, no Seminário de Vilar no Porto, à Sessão de Encerramento do II Encontro Nacional de Cuidadores Informais de Pessoas com Doença de Alzheimer e outras Demências Similares.
O Presidente da República usou da palavra, após a intervenção de Marisa Matias, Vice-presidente da European Alzheimer's Alliance e Relatora da Estratégia Europeia de Combate ao Alzheimer, intervenção na qual foi efetuado um resumo dos trabalhos do Encontro.
"Não pode haver cálculos políticos, ou partidários, ou outros quando
está em causa uma causa destas. Está noutro nível e nem é nacional. É um
nível de dignidade humana", frisou Marcelo Rebelo de Sousa.
Para o Presidente da República, é preciso que o país reconheça
que a rede de cuidados continuados é insuficiente e não dispensa "a
presença constante" dos cuidadores informais, pelo que "há que
reconhecer o seu estatuto legalmente".
"Como não há uma rede de
cuidados continuados em que os cuidadores formais possam dispensar os
informais, muita da missão que competiria aos formais é cumprida pelos
informais. Por serem informais, não são menos importantes. Há a
necessidade da vossa presença constante. Não havendo cuidadores formais
permanentemente, são precisos os informais permanentemente. Vamos
reconhecer isso", vincou o chefe de Estado, num dos momentos mais
aplaudidos do discurso.
Assista aqui ao vídeo do discurso de Sua Excelência o Presidente da República, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, que salientou a importância da criação do Estatuto do Cuidador Informal e a urgência da criação do Plano Nacional para as Demências no nosso país.
https://www.presidencia.pt/?idc=10&idi=131925&idl=2
PR defende estatuto de cuidador informal à margem de "cálculos políticos e partidários"
O Presidente da República (PR) defendeu hoje a criação do estatuto do cuidador informal e disse "fazer tudo o que puder" para sensibilizar todos para uma causa justa em relação à qual "não pode haver cálculos políticos ou partidários".
"Não pode haver cálculos políticos, ou partidários, ou outros quando está em causa uma causa destas. Está noutro nível e nem é nacional. É um nível de dignidade humana", frisou Marcelo Rebelo de Sousa no Porto, no 2.º Encontro Nacional de Cuidadores Informais de Pessoas com Doença de Alzheimer e outras Demências, uma iniciativa apoiada pela eurodeputada do BE Marisa Matias, que é também vice-presidente da Alzheimer Europe, relatora da Estratégia Europeia de Combate ao Alzheimer e uma das defensoras da criação de um estatuto jurídico-legal dos cuidadores informais em Portugal.
Para o PR, é preciso que o país reconheça que a rede de cuidados continuados é insuficiente e não dispensa "a presença constante" dos cuidadores informais, pelo que "há que reconhecer o seu estatuto legalmente".
"Como não há uma rede de cuidados continuados em que os cuidadores formais possam dispensar os informais, muita da missão que competiria aos formais é cumprida pelos informais. Por serem informais, não são menos importantes. Há a necessidade da vossa presença constante. Não havendo cuidadores formais permanentemente, são precisos os informais permanentemente. Vamos reconhecer isso", vincou o chefe de Estado, num dos momentos mais aplaudidos do discurso.
Fonte: Diário de Notícias
Professora com Alzheimer considerada apta para dar aulas
Junta médica considera professora com doença de Alzheimer apta para dar aulas
Caixa Geral de Aposentações entendeu que a docente não está “absoluta e permanentemente incapaz” para trabalhar. Não consegue fazer as grelhas de avaliação, trocou manuais escolares e a matérias a leccionar. Último relatório médico fala em "demência". Caso está em tribunal.
Soube que tinha a doença de Alzheimer em 2014, mas no ano seguinte a junta médica nomeada pela Caixa Geral de Aposentações (CGA) não a considerou “absoluta e permanentemente incapaz para o exercício das suas funções”. O pedido de aposentação da professora do ensino secundário foi indeferido a 26 de Outubro de 2015.
A decisão dos três médicos que constituíam a junta médica, com as especialidades em medicina geral e familiar, ortopedia e medicina legal, teria como consequência o regresso da docente ao trabalho ou a perda do vencimento caso tal não acontecesse. A professora não aceitou a decisão e o seu caso está desde então a aguardar decisão entre os corredores da justiça.
O processo seguiu para o Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Coimbra, primeiro com uma providência cautelar para suspender o efeito da deliberação da CGA, depois com uma acção principal, que ainda decorre. A providência foi ganha pela docente, pelo que a professora mantém o salário até que o processo principal chegue a uma conclusão.
A docente de português da Escola Secundária José Falcão, em Coimbra, sempre foi dedicada ao trabalho, dando horas à escola e com gosto pelo que fazia, conta o marido. No ano lectivo de 2012/2013 começou por estar de baixa durante um mês devido a uma depressão. Então com 57 anos, a professora ainda regressou à José Falcão para o início do ano seguinte. Mas, em 2013, durante o primeiro período, voltou a meter baixa e não voltou a leccionar.
Foi sob recomendação da junta médica da Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (que avaliava a baixa médica) que foi submetida a uma junta médica da CGA.
Sem condições para dar aulas
Quase dois anos depois de ser considerada apta para o serviço, a professora depende hoje do marido – que também é docente noutro estabelecimento de ensino da cidade – no seu dia a dia, mas os sinais começaram a surgir muito antes. “Comecei a notar algumas alterações quando ela estava [ainda] na Pedrulha”, uma escola dos arredores de Coimbra, conta o marido, que prefere não ser identificado. Nos dois últimos anos que esteve ao serviço naquele estabelecimento, entre 2007 e 2009, reparou que a companheira “chegava ao fim do ano completamente exausta" e que se "queixava que não conseguia dar vazão ao trabalho”.
Em 2009 mudou-se para a José Falcão, no centro de Coimbra. “Aí já tinha que ser eu a fazer as grelhas de avaliação dos testes, já se baralhava muito”. Recorda também que, em 2013, o director da José Falcão, o chamou “duas ou três vezes à escola, para dizer que ela não estava bem”. Nesse ano, começou a ser seguida pelo psiquiatra José Luís Pio Abreu.
O comentário do director da escola, Paulo Ferreira, ao PÚBLICO é elucidativo: “ela não tinha condições psicológicas para estar concentrada ou conseguir estar em perfeitas condições à frente de turmas. Notávamos que ela não tinha concentração”. Paulo Ferreira conta que, por exemplo, nas reuniões de grupo de departamento, a professora “mostrava ausência nos temas que estavam a ser tratados”.
“Às vezes, nas conversas com os colegas, não conseguia ter um fio condutor”, recorda ainda. Esses sinais levaram mesmo a que próprios colegas tivessem manifestado preocupação. No processo são referidos outros episódios demonstrativos da falta de condições da docente para prosseguir o desempenho de funções, como uma vez em que trocou o manual escolar, estando a leccionar matéria antiga.
Os documentos médicos incluídos no processo consultado pelo PÚBLICO também apontam no mesmo sentido. O psiquiatra Pio Abreu assina uma declaração em 2015 que dá a professora como “absolutamente incapaz de enfrentar uma turma de alunos”, referindo que a obrigação do regresso à escola é “não só inútil, como de consequências imprevisíveis”.
Um relatório do neurologista da docente aponta ainda para a necessidade de acompanhamento permanente. No documento de 2016 lê-se ainda que, “dado o carácter degenerativo, progressivo e incurável da patologia em causa, não apresenta condições para exercer a sua sua actividade profissional”.
Hoje com 61 anos, a professora deixou quase todas as actividades domésticas. Ao contar o processo pelo qual está a passar, o marido pausa o discurso, emociona-se, ganha fôlego e prossegue. “Está-me a ser extremamente penoso lidar com esta situação”. Não vê como a esposa possa voltar a entrar numa sala de aulas.
Avaliada em cinco minutos
A junta médica que avaliou a professora em Outubro de 2015 fê-lo com base no parecer de um médico psiquiatra relator, também designado pela CGA. Nesse documento, o médico concluiu que, “não parece justificar-se, do ponto de vista psiquiátrico, que a examinada seja considerada definitivamente incapaz para a profissão”.
No processo judicial, a advogada da professora, Ana Pereira de Sousa, escreve que, apesar de a doente ter comparecido munida das declarações e relatórios dos médicos que a acompanhavam, o médico relator terá rejeitado essa documentação “com o argumento de que apenas lhe competia avaliar a requerente na sua área – psiquiatria”. A diligência não terá durado mais do que cinco minutos.
Uma apreciação “extremamente fugaz”, entende a advogada, e que desconsidera tantos as apreciações dos médicos que acompanham a professora, como a “fortíssima medicação a que está sujeita”. A advogada não quis prestar declarações, uma vez que o processo está a decorrer.
Sobre a avaliação da junta médica classifica-a como “grosseira” e questiona a sua composição. O representante da CGA, por sua vez, responde que mais importante que a especialidade de cada médico “é conhecer a experiência, que é muita, que todos detêm no domínio da avaliação das incapacidades para o trabalho no âmbito das juntas médicas da CGA”.
O PÚBLICO pediu esclarecimentos à CGA. O Ministério do Trabalho e Segurança Social, que tutela a CGA, respondeu através do gabinete de comunicação que não comenta processos que estão a ser julgados nas instâncias judiciais.
Juiz critica Caixa Geral de Aposentações
O processo tem-se arrastado, com o juiz titular a emitir um despacho no passado mês de Abril em que considera que a ré CGA revela “um comportamento de incumprimento do dever de colaboração quer processual, que na descoberta da verdade material”.
Em Novembro de 2016, a docente voltou a submeter-se à avaliação de um médico relator, com vista à apreciação de uma junta médica de recurso. No relatório pericial neurológico, o médico não tem dúvidas e diagnostica: “demência – muito provável doença de Alzheimer”. Considera ainda que professora padece de uma “depressão reactiva à percepção da sua capacidade cognitiva”. O neurologista conclui que a doente se encontra “incapacitada para exercer a sua profissão, devendo ser reformada por invalidez. No entanto, este documento só chegou ao tribunal no dia 4 de Maio deste ano.
A 4 de Julho, a docente voltará a ser avaliada por uma junta médica da CGA, desta vez na sequência de um recurso, que deliberará, com base neste último parecer neurológico, se tem ou não direito à reforma por invalidez.
Fonte: Público
Estatuto do Cuidador Informal
Por: José Carreira
Participei no 2.º Encontro Nacional de Cuidadores Informais de Alzheimer e Demências Similares, realizado no Seminário de Vilar no Porto. Foi com enorme emoção que ouvi os testemunhos dos cuidadores que conseguiram fazer chegar à Assembleia da República a Petição pela criação do estatuto do/a Cuidador/a Informal da pessoa com doença de Alzheimer e outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento.
Por proposta de Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República, foi enviada ao Governo uma recomendação para que se avançasse com a criação do Estatuto do Cuidador Informal. O texto aprovado pelo Parlamento, por unanimidade, resultou da fusão dos cinco projetos de resolução apresentados pelos partidos com assento parlamentar, à exceção do PAN.
Infelizmente, não houve desenvolvimentos, nada avançou, o ponto morto parece eternizar-se. Renovei a esperança com o apelo feito pelo senhor presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no encerramento do encontro: “Farei tudo o que puder para sensibilizar todos para uma causa justa em relação à qual não pode haver cálculos políticos ou partidários”.
Em março de 2016, o senhor ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, aquando da apresentação pública do Programa Nacional para a Saúde, Literacia e Autocuidados estimou que, em 2017, seria possível arrancar com uma rede estruturada de cuidadores informais e considerou prioritário formá-los e capacitá-los:
"Atribuímos aos cuidados informais uma grande importância. Cada vez mais, com o envelhecimento da população, é preciso criar condições para que os idosos e as pessoas com dependência fiquem em sua casa e possam ser apoiadas, naturalmente com o apoio dos serviços de saúde e do Serviço Nacional de Saúde (SNS) (…) criar uma rede de pessoas – em regime de voluntariado, a nível familiar ou comunitário – que estejam dispostas a dar o seu tempo para ajudar idosos ou dependentes no seu domicílio e assim «diminuir a pressão e recurso inapropriado aos hospitais por falta de apoio e isolamento».”
Há mais de um ano que as famílias aguardam que o Governo crie o “Estatuto do Cuidador Informal” para apoiar quem cuida de pessoas dependentes, através, por exemplo, da flexibilização laboral e de benefícios fiscais.
Portugal é um dos países europeus com mais cuidadores informais sem formação e, de acordo com a Entidade Reguladora da Saúde, tem também a maior taxa de cuidados domiciliários informais da Europa. É hora de agir!
Fonte: https://www.daoedemo.pt/opinioes/detalhes/402
2º Encontro Nacional de Cuidadores
Decorreu no Porto, no passado dia 17 de junho, o 2º Encontro Nacional de Cuidadores Informais de Alzheimer e Demências Similares
A iniciativa organizada por um grupo de cuidadores familiares, teve o apoio da Eurodeputada Marisa Matias, Vice Presidente da European Alzheimer's Alliance, Marisa Matias, que também marcou presença no Encontro.
“Somos um grupo de cinco pessoas que iniciámos isto e através das redes temos conseguido chamar a atenção de mais cuidadores e temos todos os mesmos problemas, queremos que isto seja um assunto resolvido rapidamente. A doença é cada vez mais frequente e em pessoas mais novas!", explica Anabela Lima, uma das cuidadoras que participou na organização do Evento.
Sua Excelência o Presidente da República, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa fez questão de estar presente, salientando a importância da criação do Estatuto do Cuidador Informal e a urgência da criação do Plano Nacional para as Demências no nosso país.
"Não pode haver cálculos políticos, ou partidários, ou outros quando está em causa uma causa destas. Está noutro nível e nem é nacional. É um nível de dignidade humana", frisou Marcelo Rebelo de Sousa.
Para o Presidente da República, é preciso que o país reconheça que a rede de cuidados continuados é insuficiente e não dispensa "a presença constante" dos cuidadores informais, pelo que "há que reconhecer o seu estatuto legalmente".
"Como não há uma rede de cuidados continuados em que os cuidadores formais possam dispensar os informais, muita da missão que competiria aos formais é cumprida pelos informais. Por serem informais, não são menos importantes. Há a necessidade da vossa presença constante. Não havendo cuidadores formais permanentemente, são precisos os informais permanentemente. Vamos reconhecer isso", frisou o chefe de Estado, num dos momentos mais aplaudidos do discurso.
A Alzheimer Portugal marcou também presença, tendo o Dr. José Carreira, Presidente da Direção da Alzheimer Portugal feito a sua intervenção intitulada "Alzheimer Portugal: O Apoio aos Cuidadores". A Dra. Catarina Alvarez, coordenadora dos projectos “Café Memória e “Cuidar Melhor”, participou também como moderadora do Painel I: Demências e Terapias.
Luto: Incêndio em Pedrógrão Grande
Conferência «O papel dos doentes no seu próprio tratamento»
Plataforma Saúde em Diálogo | 19 Junho | 14h30 | Rua Marechal Saldanha nº1, Lisboa
A Plataforma Saúde em Diálogo promove uma conferência sobre "O papel dos doentes no seu próprio tratamento", no dia 19 de Junho, na Rua Marechal Saldanha, n.º 1, em Lisboa.
É orador Joaquim Ferreira, professor de Neurologia e Farmacologia Clínica na Faculdade de Medicina de Lisboa e director clínico do Campus Neurológico Sénior, em Torres Vedras. Conheça a visão deste comunicador no que respeita à comunicação do doente com os profissionais de saúde, decorrente da prática quotidiana com doentes de Parkinson, entre outros. Joaquim Ferreira advoga um papel mais activo na educação e literacia em matéria de saúde, em estreita cooperação com as entidades que compõem o SNS.
A conferência será aberta a todos aqueles que nela quiserem participar.
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