Sugestões para comemorar o Natal

Sugestões para comemorar o Natal

Todos nós adoramos passar o Natal com aqueles que mais amamos. Os cheiros, os sons e as luzes de
Natal trazem de volta memórias felizes. As pessoas com demência podem
também ter essa oportunidade.

O melhor presente que pode dar a uma pessoa com demência é a sua companhia e amor, preparando várias
actividades para fazerem juntos.

Saiba quais actividades e presentes que poderão deixar o seu familiar com demência com um sorriso
nesta época natalícia. O objectivo é sempre estimular a pessoa com demência e proporcionar-lhe momentos agradáveis e nunca deixá-la triste
ou frustrada por não conseguir fazer alguma coisa. É importante que a pessoa tenha vontade e sinta prazer em realizar cada uma das actividades e que não se sinta obrigada ou pressionada a fazê-lo.

O produto
final não é o mais importante, mas sim o modo como realizam juntos a actividade e, acima de tudo, o tempo de qualidade que passam juntos. Por
isso, adapte a actividade ao seu familiar, de acordo com o seu nível de autonomia, com o seu estado de humor ou disposição em cada dia.

Não deve usar frases como «Não se lembra?» ou «Já não é capaz de fazer
isso.» Deve utilizar sempre linguagem positiva para estimular a pessoa e
contextualizar a actividade, dizendo, por exemplo, «Estamos a embrulhar
este presente para oferecer no Natal à Beatriz.», «Vamos fazer um bolo para levar à Manuela».

Decorar a casa com enfeites natalícios

É sempre emocionante e agradável decorar a casa com os enfeites típicos desta época natalícia. Porque não envolver a pessoa com Doença de
Alzheimer nesta actividade?

Damos-lhe algumas dicas, para tentar que tudo corra da melhor forma.

Dependendo do grau de autonomia da pessoa, pode optar por ter a maioria da decoração completa antes de envolver a pessoa demência. Ela pode
ajudá-lo com os últimos retoques ou, caso o consiga fazer, participar em
toda a decoração pode ser bastante benéfico e estimulante.

Compre
enfeites inquebráveis, pois são muito mais seguros. No entanto, se seu
familiar com demência costuma colocar objectos na boca, não use
quaisquer ornamentos de pequena dimensão.
Não use doces ou quaisquer decorações comestíveis na árvore de Natal.

Criar novos enfeites para a árvore de Natal

Para decorar a sua casa nesta época natalícia, não necessita de gastar muito dinheiro. Pode aproveitar os enfeites de natais anteriores e mesmo
utilizar os postais de Natal antigos e transformá-los em enfeites.

Recorte
as imagens dos postais. Faça um furo próximo ao topo da imagem e coloque corda ou fita através do buraco. Pode, então, pendurar estes
ornamentos feitos por si na árvore.

Você conhece a pessoa com doença de Alzheimer melhor do que ninguém, por isso sabe o que é mais
apropriado e aquilo que a pessoa consegue fazer. Ela pode recortar as imagens, mesmo que não fiquem cortadas na perfeição, pode colocar o fio
ou, simplesmente, pendurar os novos enfeites na árvore.

Uma
outra alternativa é criar as suas próprias bolas de Natal. Pode
substituir as bolas de natal tradicionais por pompons. Esta é uma
actividade que pode funcionar bastante bem, pois a maioria das pessoas
já o fez podendo, assim, funcionar como reminiscência. Estas
â??bolas»não se partem e a sua confecção têm diversas fases, o que ajuda
na adaptação às capacidades da pessoa com demência.

Fazer uma árvore de Natal de papel, enfeitada com fotografias
Pode, também, fazer uma árvore de papel e enfeitá-la com imagens de Natais
passados. Fazer esta árvore pode não só ser um momento divertido, mas é
também uma grande oportunidade para relembrar. Este tipo de árvore é
muito seguro.

Apreciar as decorações dos outros

Se
não gosta de decorar a casa ou sente que suas decorações não são
seguras, pode simplesmente passear pela rua com o seu familiar e apreciar ou fotografar as decorações das ruas, das lojas, escolas ou monumentos. No entanto, não é aconselhável levar a pessoa com Doença de
Alzheimer para centros comerciais, pois estão sempre lotados e são muito
confusos, podendo causar sensação de mau estar e desorientação

Embrulhar prendas de Natal

Porquíª deixar as prendas nos sacos e embrulhos feitos nas lojas? Voltar a embrulhar os presentes pode ser uma actividade estimulante a agradável para a pessoa com demência.

Pergunte-lhe se quer fazer um novo
embrulho para os presentes, deixando-os mais bonitos. O mais importante
não é que o embrulho fique perfeito, mas sim que a pessoa se sinta bem a fazê-lo.

Se o seu familiar não for capaz de embrulhar um
presente, pode envolvê-lo em tarefas mais simples, como cortar o papel, colocar a fita-cola, colocar o laço no final ou, simplesmente, colocar
as prendas debaixo da árvore de Natal.

Fazer postais de Natal

Pegue
numas folhas de cartolina e em lápis de cor e desafie a pessoa com demência a, juntamente consigo, criar postais de Natal exclusivos para enviarem aos familiares mais distantes e mesmo áqueles que passam o Natal convosco.

Esta é também uma óptima actividade para as crianças fazerem com os avós.

Cantar canções de Natal

Todos nós temos aquelas músicas de Natal que nos trazem recordações e que sempre que ouvimos nos deixam a cantarolar.

Mesmo
que a pessoa com Doença de Alzheimer já não se consiga expressar
verbalmente, ela pode ser capaz de trautear a sua canção favorita ou simplesmente apreciar ouvir alguém a cantar ou ouvir a música a tocar na
rádio. Cantar ou ouvir música é uma óptima actividade para as pessoas com demência, podendo trazer-lhes recordações e proporcionar-lhes
momentos agradáveis.

Ver um filme de Natal

São
muitos os filmes de Natal que existem. Porque não fazer um chá e sentar-se com o seu familiar a ver um filme? Pode ir explicando o que está a acontecer no filme, estimulando também o seu familiar a fazer
comentários.

Pode também, ver um outro filme que esteja a passar na televisão.

Rezar

A maioria das pessoas com demência têm fortes laços com a sua religião. Mesmo estando numa fase avançada da demência, as pessoas podem
espontaneamente recitar partes de uma oração que fazia parte do seu
passado.

Se o seu familiar sempre foi religioso e teve esse
hábito, pode acompanhá-lo a uma missa, podendo mesmo ir apenas ao final
da missa, para não cansar demasiado a pessoa.

Pode levar a pessoa
com Doença de Alzheimer a uma igreja perto de casa e rezar com ela, num
ambiente mais calmo e com a igreja vazia.

Manter uma tradição de família

Todas
as famílias têm algo especial que costumam fazer na época do Natal. Tente manter viva a tradição e caso já não seja possível manter a tradição na totalidade, pode manter apenas uma pequena parte dela.

Por
exemplo, se toda a família costumava viajar até à terra natal no
interior do país e este ano não for possível fazer essa viagem, pode
optar por recriar o ambiente confeccionando o prato ou um doce típico da
região.

Recordar histórias e momentos passados

Pode passar agradáveis momentos com o seu familiar com demência, recordando histórias e momentos felizes do passado.

Não
pergunte «Lembra-se do que aconteceu há uns anos?», mas apenas conte a história e deixe o seu familiar fazer comentários. Falem sobre os
membros da família do passado e do presente. Você pode dizer: "Quando o tio José contava anedotas e dançava no meio da sala, fazia-nos sempre
dar grandes gargalhadas". Diga algumas piadas e riam-se um pouco. O riso
é o melhor remédio

Ver álbuns de fotografias

Recordar
momentos passados através de fotografias pode ser uma actividade
bastante agradável, tanto para si, como para o seu familiar com demência.

Não pergunte à pessoa «Lembra-se de quem é este?» mas
conte histórias relacionadas com as fotografias e faça comentários que estimulem a pessoa, como «Que bonita estava aqui a Inês.», «Olhe aqui o João, estava a comer um gelado de morango.»

Comer uma refeição tradicional

Esta
actividade pode despertar o paladar da pessoa demência. Antes do dia de Natal, discutam as receitas. Falem sobre os diferentes ingredientes que
precisa para confeccionar o prato. Prepare uma receita simples
juntamente com a pessoa com demência. Planeie a refeição, perguntando «O que devemos comer primeiro?»

Peça-lhe ajuda para pôr a mesa ou dobrar os guardanapos. Conversem sobre os pratos e alimentos preferidos das várias pessoas da família e não se esqueça de incluir os alimentos
preferidos da pessoa com demência na ementa.

Preparar um bolo

É sempre agradável comer um bolo acabado de sair do forno. Escolha uma
receite e incentive-se o seu familiar a ajudá-lo a preparar o bolo. A
ajuda pode ser bastante simples, mas útil e estimulante para ambos. Pode, por exemplo, pedir à pessoa com demência que lhe dê os
ingredientes, que separe os ovos ou que bata a massa.

Envolva as crianças na celebração do Natal

O Natal com crianças é sempre mais mágico, por isso convide a família a passarem o dia juntos. Caso não existam crianças na família, podem ver
álbuns de fotografias antigas e relembrar as brincadeiras e como eram os
Natais quando ainda havia crianças.

Estas são apenas algumas
sugestões. Como afirmado anteriormente, o que importa é que você e o seu familiar passem momentos agradáveis juntos. Não importa o quíª, desde
que vos faça sorrir.

Nunca discuta, não o pressione, não o contrarie. Tente adaptar e modificar as actividades que habitualmente
costumava fazer para que a pessoa demência se sinta envolvida e seja bem
sucedida na tarefa. Normalmente, é mais fácil para a pessoa com Doença de Alzheimer, fazer algo tal e qual como fez toda a vida, do que fazer
algo de novo. E, claro, lembre-se sempre de sorrir!

Não deixe de decorar a casa ou pôr uma musica de Natal a tocar, pois este simples
facto pode ajudar a pessoa com demência a orientar-se temporalmente.


Feliz Natal e Próspero Ano Novo

A Alzheimer Portugal deseja a todos os seus associados um Feliz Natal!


Venda de Natal em Matosinhos

A Delegação Norte da Alzheimer Portugal estará presente nos próximos dias 20, 21 e 22 de Dezembro, na Venda de Natal organizada pela Junta de Freguesia de Perafita, Lavra e Santa Cruz do Bispo.

Terá lugar no Largo da Viscondessa, em Santa Cruz do Bispo (Matosinhos), nos seguintes horários:

- Dia 20 Dezembro, das 18h00 às 24h;
- Dia 21 Dezembro, das 10h00 às 24h;
- Dia 22 Dezembro, das 10h00 às 18h.

Para mais informações contacte a Delegação Norte da Alzheimer Portugal:

Centro de Dia «Memória de Mim»
Rua do Farol Nascente nº 47A R/C, 4455-301 Lavra
Telefone: 229 260 912 | 226 066 863
E-mail: geral.norte@alzheimerportugal.org


Concerto Solidário de Natal

O Coro da Câmara de Cascais, o Coro ESSA e a Banda Filarmónica de Janes-Malveira juntaram-se uma vez mais para um Concerto de Natal Solidário, cujos fundos reverteram na íntegra para a Alzheimer Portugal.

Perto de 200 pessoas puderam assistir a um maravilhoso espetáculo musical, ao mesmo tempo que apoiavam a causa da Alzheimer Portugal.

A Alzheimer Portugal deixa o seu profundo agradecimento ao Coro da Câmara de Cascais, ao Coro ESSA, à Banda Filarmónica de Janes-Malveira e à Escola Salesiana do Estoril que, em conjunto, tornaram este evento possível.


Convocatória

Convocam-se os Associados da APFADA Delegação Centro para uma Assembleia Geral Extraordinária a ter lugar na sede da Delegação Centro, sito, Urb. Casal Galego - Rua Raul Testa Fortunato nº 17, 3100-523 Pombal, em 2 de Janeiro de 2014, Quinta-feira, e que decorrerá das 17h30 às 18h30, com a seguinte Ordem de Trabalhos.
- Ponto Único: Eleição de nova Direcção

1. A nova Direcção conformemente aos novos Estatutos (Capítulo VII e Capítulo III, artigos 11 e 12) será composta por um Presidente, Tesoureiro e Secretário. Os senhores associados serão chamados a votar nas listas que se apresentem no início da sessão. Tendo em conta os novos estatutos, as futuras direções das Delegações passam a ser eleitas pela Assembleia Geral Nacional.

Pombal, 11 de Dezembro de 2013

A Presidente da Direcção da Alzheimer Portugal - Delegação Centro
Isabel Gonçalves (cessante)


G8 quer encontrar tratamento para a demência até 2025

Os ministros da saúde dos países do G8 fixaram esta quarta-feira como objetivo encontrar até 2025 um tratamento contra a demência, durante uma cimeira, em Londres, consagrada a esta doença que afeta uma nova pessoa a cada quatro segundos.

Nos últimos anos, o mundo atacou «o paludismo, o cancro e o VIH/sida, e estamos hoje também determinados contra a demência», declarou em Londres o primeiro-ministro britânico David Cameron sobre o que considerou ser uma «tragédia humana».

«Espero que a data de 11 de dezembro de 2013 marque o início do contra-ataque internacional» à demência de que sofrem cerca de 40 milhões de pessoas no mundo, acrescentou perante os ministros da saúde dos oito países mais ricos (Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá, Japão, Rússia e Estados Unidos).

Durante esta cimeira, o G8 fixou como objetivo «encontrar até 2025 um remédio ou um tratamento modificador» da demência, de que Alzheimer é a causa mais conhecida.

A urgência prende-se com o facto de um relatório recente sobre a doença comunicar que o número de pessoas que sofrem de demência aumentou 22% nos últimos três anos.

As perspetivas são muito negativas, com o número de pacientes a triplicar para 135 milhões em 2050, de acordo com o estudo.

Os países do G8 comprometeram-se também a «aumentar de forma significativa» a sua despesa em matéria de investigação médica.

Nenhum valor global foi avançado, mas os países participantes concordaram reunir-se no próximo ano para avaliar o progresso.
"Quando a célula tem mais PLD3 há menos beta amilóide e o inverso", concluiu Carlos Cruchaga.

Fonte: TVI 24


Equipa internacional descobre relação de um novo gene com Alzheimer

Uma equipa internacional de investigadores descobriu a relação de um novo gene - PLD3 - com a doença de Alzheimer e identificou no mesmo gene três variantes genéticas que duplicam o risco de desenvolvimento da doença.
Os resultados do trabalho, liderado pelo espanhol Carlos Cruchaga, investigador na Universidade de Washington, foi publicado na revista Nature e abre a possibilidade de se testarem novas terapias.

A doença de Alzheimer é uma enfermidade que não tem cura e durante as últimas duas décadas identificaram-se variantes genéticas comuns que aumentam o risco de a desenvolver, mas estas só explicam uma parte dos casos, disse Carlos Cruchaga.

Além disso, na maioria dos casos estas não estão claramente ligadas a um gene, pelo que não se sabe qual o mecanismo pelo qual essas variantes aumentam o risco de se padecer de Alzheimer, disse à agência Efe o bioquí­mico espanhol.

"A importância deste novo estudo consiste na identificação de três raras variantes genéticas que aumentam o risco de Alzheimer e que estão todas no gene PLD3", indicou.

"O essencial é a identificação inequívoca deste gene", sublinhou o investigador, antigo aluno da Universidade de Navarro.

O cientista informou ainda que a sua equipa está a estudar o Alzheimer em modelos celulares e animais (com e sem o gene PLD3), com o objectivo de testar novas terapias.

Para chegar a estas conclusões, os investigadores usaram as últimas tecnologias de sequenciação de ADN e estudaram todos os genes do genoma de vários pacientes e familiares.

Centraram-se nas famílias - num total de 14 - que sabiam que não tinham qualquer mutação e nos genes conhecidos até ao momento para Alzheimer - APP, PSEN1 e PSEN2 -- e sequenciaram o seu exoma, a parte do genoma que contém a informação para a síntese das proteínas.

Depois compararam o ADN dos pacientes com Alzheimer com o ADN de familiares sem a doença e identificaram duas famílias cujos membros afectados tinham a mesma variante no gene PLD3.

O passo seguinte foi estudar o ADN de mais 11.000 pessoas e verificar que a variante PLD3 duplica a possibilidade de se padecer de Alzheimer, segundo uma nota da Universidade de Navarra.

A equipa sequenciou ainda o referido gene em mais 4.000 pessoas com e sem Alzheimer, uma experiência crucial para identificar as outras duas variantes que aumentam o risco de se sofrer da doença.

"Este método inovador é tão importante como ter identificado o gene PLD3", disse Alison M. Goate, da Universidade de Washington, que também integra a equipa de investigadores.

Os pacientes de Alzheimer acumulam no cérebro a proteína beta amilóide e neste estudo constata-se também que quando se modificam artificialmente os níveis de PLD3 os níveis da citada proteína também se alteram.

Fonte: SOL


Concerto Solidário de Natal

Coro da Câmara de Cascais, o Coro ESSA e a Banda Filarmónica de
Janes-Malveira juntam-se uma vez mais para um Concerto de Natal
Solidário, cujos fundos revertem na íntegra para a Alzheimer Portugal.

O Concerto Solidário de Natal terá lugar no dia 15 de Dezembro de 2013, pelas 18h00, na Capela da Escola Salesiana do Estoril.

Entrada mediante a oferta de "4 estrelas".
Lugares sentados e em pé, sem marcação.
Compre AQUI a sua entrada.

Programa:

Coro de Câmara de Cascais

IL NOI DE LA MARE | Trad. Natal Catalunha, arr. E. Cervera
O MENINO NAS PALHAS | Trad. Português, arr. Lopes Graça
NASCEU, JÁ NASCEU | Trad. Português, arr. Lopes Graça
AL NIÃ?O DIOS LA VIRGEM | Anónimo, Sec. XVII
BUENAS NUEVAS DE ALEGRIA |Anónimo, Sec.XVI
TOLITE HOSTIAS |da Oratória de Natal, C. Saint Saens

Coro ESSA

THE FIRST NOWELL | Tradicional Inglesa / Harmonização: John Stainer (1840-1901)
QUEM PASTORES | Texto: anónimo do séc. XIV; música: anónimo alemão (1555); hamonização: Ralph Vaughan Williams
HARK! THE HERALD ANGELS SING | F. Mendelssohn (1809-1847); adaptado por Wm H. Cummings (1831-1915)
MARANATHA | António Ferreira(1956-)
BLESS THE LORD | Tore Wilhelm Aas (1957-)
HOLY IS THE LAMB | Tore Wilhelm Aas (1957-)

Banda Filarmónica de Janes-Malveira

(Música Instrumental)
DAL TUO STELLATO SOGLIO | Gioacchino Rossini
WHITE CHRISTMAS | Arr. Naohiro Iwai

Coros e Banda
MISSA PRO PACE | Daniele Carnevali
Kyrie, Gloria, Sanctus, Benedictus, Agnus Dei

 

Maestros

Maria Repas Gonçalves (Coro de Câmara de Cascais)

António Ferreira (Coro dos Salesianos do Estoril)

Carlos Medinas (Banda Filarmónica de Janes-Malveira)

 


Visão Solidária

A Alzheimer Portugal é uma das instituições candidatas à Visão Solidária, procurando apoio para o projeto Cuidar Melhor.

O projeto «Cuidar Melhor» visa contribuir para a inclusão e promoção dos direitos das pessoas com demência, bem como para o apoio e valorização dos familiares e profissionais que lhes prestam cuidados. Um dos objetivos do projeto consiste na criação de gabinetes técnicos pluridisciplinares, com o objetivo de prestarem serviços de informação e encaminhamento, apoio jurídico e formação.

Vote aqui: https://visao.sapo.pt/escolha-o-projeto-social-que-a-visao-solidaria-deve-apoiar=f759326


Reunião com os Patrocinadores da Alzheimer Europe

Nesta reunião, que teve lugar na tarde de 3 de Dezembro, em Bruxelas, destinada a dar a conhecer aos patrocinadores as oportunidades de apoiarem a Alzheimer Europe, o seu Diretor Executivo, Jean Georges, apresentou o Plano de Ação para 2014, o qual se encontra organizado em 4 objetivos fundamentais:

Transformar a demência numa prioridade europeia:

  • Representar os interesses das pessoas com demência;
  • Atuar em parceria com as instituições europeias;
  • Desenvolver política em parceria

Apoiar a política com factos:

  • Melhorar a troca de informação entre a Alzheimer Europe, as associações nacionais e os parceiros;
  • Criar um Observatório Europeu da Demência;
  • Comparar sistemas nacionais e identificar boas práticas

Basear a ação da Alzheimer Europe em Princípios Éticos;

  • Entender princípios e abordagens éticas;
  • Promover uma abordagem da demência centrada nos direitos;
  • Encontrar bases comuns e construir consensos

Construir uma organização mais forte:

  • Apoiar e envolver as associações nacionais;
  • Envolver as pessoas com demência e os seus cuidadores;
  • Organizar conferências da Alzheimer Europe que sejam momentos únicos de criação de redes de trabalho;
  • Desenvolver parcerias estratégicas;
  • Diversificar as fontes de financiamento

O desenvolvimento desta estratégia de trabalho por objetivos bem definidos e focados para prioridades que interessam ao movimento europeu sobre as demências, tem merecido o reconhecimento e o apoio efetivo da Alzheimer Europe por parte da Comissão Europeia, da Indústria Farmacêutica e de outras empresas ou organizações, permitindo realizar trabalho muito frutuoso, gerindo um orçamento anual que ronda 1 100 000,00.


Almoço Debate no Parlamento Europeu

Estiveram presentes os membros da direção da Alzheimer Europe, representantes de associações nacionais, representantes da indústria farmacêutica e alguns deputados europeus.

Neste evento, foi feita a apresentação dos resultados preliminares do projecto «Dementia in Europe Monitor», o qual incide sobre os seguintes tópicos: I - Prevalência II - Diagnóstico III - Tratamento; IV - Questões Médicas e Científicas; V - Questões Jurídicas.

De destacar o seguinte:

  • Existem 8.7 milhões de pessoas com demência na União Europeia e 9.2 milhões se incluirmos os seguintes países: Islândia, Jersey, Mónaco, Noruega, Suiça e Turquia;
  • Em Portugal, a percentagem de pessoas com demência relativamente à totalidade da população é de 1,7% (esta percentagem varia entre 0,44 na Turquia e 2,09 em Itália

Reunião de Direção da Alzheimer Europe

De destacar o crescente número de projetos europeus em que esta organização está envolvida bem como o reconhecimento, cada vez maior, que tem vindo a merecer das instâncias europeias, e de organizações promotoras do envelhecimento ativo e dos direitos das pessoas (European Innovation Partnership for Active and Healthy Ageing, nomeadamente), ou dedicadas à investigação.

São disto exemplo, a participação em projetos como PharmaCog1, NILVAD2, EMIF3, AETIONOMY4, PACE5, AFE-INNOVNET6, PredictND7, e também a colaboração com o JPND8 e no Projeto ALCOVE9 .

Este crescimento obrigou a Alzheimer Europe a procurar novas instalações, mais amplas, igualmente no Luxemburgo, e ainda a aumentar o número de colaboradores.

Mantém-se a estratégia de dar a conhecer aos decisores políticos europeus que respostas e que políticas existem nos vários países, o papel que as associações nacionais desempenham, bem como realçar as enormes desigualdades que existem entre aqueles. É o que se pretende com o projeto «Dementia in Europe Monitor».

1- â??Prediction of cognitive properties of new drug candidates for neurodegenerative diseases in early clinical development».
2- https://www.nilvad.eu/the-group/consortium/
3- â??European Medical Information Framework».
4- â??Organizing Knowledge about Neurodegenerative Diseases for the Importance of Drug Developement and Personalised Therapy».
5- â??Palliative Care Evaluation».
6- â??Innovation for Age-Friendly Environments in the European Union».
7- â??From patient data to clinical diagnosis in neurodegenerative diseases».
8- â??Joint Programme on Neurodegenerative Diseases Research».
9- â??Alzheimer Coperative Valuation in Europe».


Demência afeta 44 milhões de pessoas em todo o mundo

O estudo da Alzheimer Disease International prevê que o número de pessoas que sofre da doença, em todo o mundo, atinja nesse ano os 135 milhões.

"É uma epidemia global e só vai piorar: se olharmos para o futuro, o número de idosos vai crescer drasticamente", disse Marc Wortmann, diretor executivo da entidade internacional da doença de Alzheimer.

Neste sentido, apontou, "é vital que a Organização Mundial de Saúde torne a demência numa prioridade, para que o mundo esteja pronto para enfrentar essa condição".

Na próxima semana, Londres acolhe uma cimeira do G8 (oito países mais desenvolvidos) dedicada precisamente à doença.

A demência é normalmente uma doença crónica causada por várias patologias do cérebro que afetam a memória, o pensamento, o comportamento e a capacidade para desempenhar as atividades quotidianas.

A doença de Alzheimer é a causa mais comum de demência e as estimativas apontam para que seja responsável por cerca de 70% dos casos.

Fonte: Jornal de Notícias


Injeção mensal para evitar demência pode estar disponível em cinco anos

O novo medicamento mostrou já resultados animadores em doentes com demência classificada como "ligeira", e, esperam os investigadores, deverá ser ainda mais eficaz se administrado a pessoas com fatores de risco da doença muito antes de apresentarem qualquer sintoma.

Eric Karran, diretor de investigação do Alzheimer's Research UK, vai mais longe e, citado pelo jornal britânico The Guardian, declara-se "cheio de esperança" que dentro de cinco anos o tratamento preventivo da demência seja uma realidade.

Na prática, se os testes clínicos mostrarem a eficácia do medicamento, os médicos poderão receitar injeções mensais aos seus doentes que tenham um historial de demência na famí­lia, anos antes de apresentarem qualquer sintoma, da mesma forma que milhões de pessoas tomam medicamentos para prevenir doenças cardíacas.

Com a cimeira do G8 dedicada à doença marcada para a semana, Karran avança que em causa está um medicamento chamado "solamezumab".

Os primeiros estudos usaram a substância em doentes com demência moderada, sem que tenham obtido resultados positivos. No entanto, em pessoas com uma forma ligeira da doença, o impacto foi animador, tanto no seu comportamento diário como no funcionamento do cérebro e na memória.

Fonte: Visão