Alzheimer Europe apela a França para dar continuidade ao reembolso dos medicamentos para a doença de Alzheimer
Passeio às Caldas da Rainha
Delegação Centro vence Prémio Ambiente
Questionário de Opinião sobre a Demência | 2018
European Carers’ Report 2018
- Os cuidadores assinalaram atrasos significativos no diagnóstico que demora uma média de 2,1 anos (desde 1,6 anos na República Checa e Itália a 2,5 anos na Escócia). A um quarto das pessoas com demência tinha inicialmente sido diagnosticada outra doença.
- Quando diagnosticada a demência, cerca de metade das pessoas encontrava-se no estadio intermédio (53%), um terço na fase moderada (36%) e 4% na fase avançada. Quase metade dos cuidadores (47%) foram de opinião de que teria sido melhor que o diagnóstico tivesse acontecido mais cedo (de 36,5% na Holanda a 52,1% em Itália).
- Principais barreiras ao diagnóstico precoce identificadas pelos cuidadores: o primeiro profissional contactado considerou que nada de errado se passava (33%) ou acreditava que não valia a pena chegar a um diagnóstico (6,6%) e a recusa da pessoa com demência a procurar ajuda (37,9%).
- Em geral, uma em cinco pessoas com demência não foi informada do diagnóstico. Comprovou-se existirem diferenças importantes de país para país. Na Finlândia, na Escócia e na Holanda, quase todas as pessoas com demência foram informadas do diagnóstico (98,9%, 95,6% e 91,8%, respectivamente), enquanto que na República Checa e em Itália a várias pessoas com demência nada lhes foi revelado (23,3% e 59,3%, respectivamente).
- O apoio pós-diagnóstco continua a ser uma questão complicada na Europa. 19% dos cuidadores e 27,9% das pessoas com demência não recebem qualquer informação quando da comunicação do diagnóstico. A necessidade manifesta de informações sobre o cuidar e como viver bem com a demência, assim como sobre os serviços disponíveis, foi particularmente elevada (51,1% e 46%, respectivamente). Os cuidadores da Finlândia e da Holanda foram os que se revelaram mais satisfeitos com as informações recebidas. Os cuidadores de Itália, os menos satisfeitos com todo o tipo de informações recebidas.
- Os serviços que mais frequentemente são disponibilizados aos cuidadores, no momento em que é comunicado o diagnóstico, resumem-se à indicação de uma pessoa ou serviço que os pode orientar relativamente a serviços ou pessoas que poderão contactar quando necessário (20,9%), a centros de dia (19,2%) ou cafés memória (18,7%). Vários cuidadores não têm acesso a uma avaliação das suas necessidades (50,9%), a um plano de cuidados (44,6%) e a serviços de aconselhamento (44,6%), mas teriam gostado que tal lhes tivesse sido proporcionado.
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Ministério da Saúde cria Estratégia para as Demências
Peregrino pela Memória
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Programa RHAPSODY | Demência de Início Precoce
O programa RHAPSODY (Research to Assess Policies and Strategies for Dementia in the Young), destinado a apoiar os cuidadores de pessoas com Demência de Início Precoce, foi apresentado, na versão portuguesa, durante a reunião do Grupo de Estudos de Envelhecimento Cerebral e Demências, em Lisboa, dia 30 de Junho de 2017. O programa tem sido divulgado sobretudo pela Associação Alzheimer Portugal e pelo Grupo de Estudos de Envelhecimento Cerebral e Demências. Volvido cerca de 1 ano, notamos com grande gosto que se registaram cerca de 52.500 entradas na página da versão portuguesa do programa RHAPSODY.
Será de recordar que o programa RHAPSODY foi financiado por uma iniciativa da União Europeia (JPND) e em Portugal pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). O estudo envolveu uma equipa multidisciplinar de 8 investigadores principais pertencentes a 6 países europeus, da academia e da indústria, representando as áreas da medicina, psiquiatria, neurologia, neuropsicologia, enfermagem, neurociências, economia da saúde e informática, com apoio de associações de doentes. Foram analisados e comparados os sistemas e recursos de saúde e sociais que auxiliam os doentes com Demência de Início Precoce, bem como as necessidades e o acesso aos cuidados deste grupo de doentes. Desenvolveu-se assim um programa educativo, baseado na internet, de suporte aos cuidadores de pessoas com Demência de Início Precoce. Foi ainda realizado um estudo piloto que demonstrou a exequibilidade e excelente aceitação deste programa por parte dos cuidadores, apontando mesmo para benefícios nas reacções disruptivas dos doentes, e melhoria do sentimento de confiança dos cuidadores.
A versão portuguesa do programa RHAPSODY continua disponível através da página do Grupo de Estudos de Envelhecimento Cerebral e Demências, que generosamente acolheu o resultado do projecto, e acessível não só aos cuidadores de doentes com Demência de Início Precoce, mas também a todos os cuidadores, profissionais, investigadores e estudantes desta área, e bem assim ao público em geral.
Alexandre de Mendonça
Catarina Beatriz Silva
Graça Melo
Helena Bárrios
Mariana Belmar da Costa
Pedro Moreira
Tiago Mendes
Agradecimentos: Aos doentes e cuidadores que inspiraram este projecto, ao coordenador, Professor Alexander Kurz, e a toda a equipa europeia do RHAPSODY
Presidente da Alzheimer Portugal em visita à Afaga, Espanha.
desenhando e implementando atividades conjuntas com outras instituições, tanto nacionais como internacionais.
PROJECTO ACTIFCARE
O projecto europeu Actifcare (Acesso Atempado a Cuidados Formais na Demência; 2014-17; iniciativa JPND-Joint Programme - Neurodegenerative Disease Research) analisou os cuidados formais prestados às pessoas com demência na comunidade.
RECOMENDAÇÕES
A. MEDIDAS PARA FACILITAR O ACESSO
B. MEDIDAS PARA FACILITAR A UTILIZAÇÃO
C. FACTORES FACILITADORES
Portugal é o quarto país com mais demência, mas a resposta é fraca
SAÚDE
Passeio ao Senhor de Matosinhos
Alzheimer Portugal na Feira Nacional Agricultura
Gabinete Cuidar Melhor de Oeiras promove workshop para familiares
O gabinete de Oeiras tem programado um workshop para familiares para o dia 29 de Maio
Comunicação com a pessoa com demência
29 de Maio de 2018
09h - 13h
Local: Centro de Juventude de Oeiras
Oradora: Dra. Catarina Alvarez, Psicóloga e Coordenadora do Projeto Cuidar Melhor
A inscrição neste workshop tem um custo de 20€ por participante e poderá ser efetuada através do e-mail geral@cuidarmelhor.org ou do telefone 210 157 092.
Pode consultar o programa aqui
Sobre o projeto CUIDAR MELHOR
O Projeto CUIDAR MELHOR visa contribuir para a inclusão e promoção dos direitos das pessoas com demência, bem como para o apoio e valorização dos familiares e profissionais que lhes prestam cuidados, através de uma intervenção pluridisciplinar, assente nos valores da parceria, do respeito pela dignidade humana e da personalização da intervenção.















