Está a decorrer em Portugal um Ensaio clínico em Demência Frontotemporal
Núcleo do Algarve participa na iniciativa Março Jovem de Portimão 2021
Ação de Formação sobre Moderação de Grupos de Suporte Online
A Alzheimer Portugal irá realizar uma Ação de Formação para Moderadores de Grupos de Suporte Online dinamizada pela Psicóloga Clínica Ana Isabel Paiva e pelo Formador convidado, Nuno Antunes.
Novo relatório sobre “Partilha de dados na investigação sobre demências”
Alteração ao Estatuto do Cuidador Informal
Governo compromete-se a implementar os Planos Regionais de Saúde para as Demências
Covid-19: Cuidadores informais querem ser prioritários na vacinação
Os cuidadores informais querem ser grupo prioritário na vacinação contra a covid-19, alertando que um cuidador doente é uma dupla sobrecarga para o Serviço Nacional de Saúde, por estar infetado e por não poder continuar a prestar cuidados
Em comunicado hoje divulgado, o Movimento Cuidar dos Cuidadores Informais refere que estas pessoas são “invisíveis no momento da seleção dos grupos prioritários para a vacinação”, tal como o são na tarefa de cuidadores, e pedem “que não sejam esquecidos” os cuidadores.
Alertam ainda para o perigo de serem a fonte de infeção das pessoas cuidadas para sublinhar a importância de serem incluídos nas prioridades da vacinação.
“A questão foi colocada, em julho de 2020, ao Ministério da Saúde, a quem se apelou para incluir os cuidadores informais no grupo prioritário de vacinação. A resposta chegou em janeiro passado, quando o então coordenador da ‘task force’ do Plano de Vacinação contra a covid-19, Francisco Ramos, informava que estes cuidadores não foram incluídos na primeira fase”, refere o movimento no comunicado no qual pedem “que se reavalie esta decisão”.
Bruno Alves, Sílvia Artilheiro Alves e Nélida Aguiar, representantes do movimento, “admitem a dificuldade de vacinar todos os cuidadores informais, tendo em conta os problemas na identificação e reconhecimento dos cuidadores a nível nacional”, mas apontam como solução parcial a vacinação de cuidadores que recebem o complemento por dependência e subsídio de 1.º e 2.º grau e dos cuidadores identificados pelas equipas de saúde nos domicílios.
Essa vacinação, concluem, devia abranger não apenas o cuidador, mas também a pessoa cuidada, o que se traduziria “em ganhos para todos”.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.355.410 mortos no mundo, resultantes de mais de 107,3 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 14.885 pessoas dos 778.369 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
Fonte: 2021.02.11 | Visão
Estudo sobre as Consequências da Pandemia Covid-19
Amor na Demência | Alzheimer Portugal na Praça da Alegria
Regime do Maior Acompanhado – 2 anos de experiência
5º Congresso de Envelhecimento Ativo: Atividade Física e Saúde
Nova ferramenta de estimulação cognitiva
Consultas de Psicologia à distância para Cuidadores

A Alzheimer Portugal tem disponível o serviço de Consultas de Psicologia à distância para Cuidadores. Se é Cuidador de uma Pessoa com Demência, contacte-nos através da nossa Linha de Apoio na Demência - 963604626* (dias úteis das 9.30h às 13h e das 14h às 17h) e peça mais informações sobre este serviço e/ou marque a sua consulta!
Os preços variam (a partir de 10€) de acordo com os rendimentos.
A Alzheimer Portugal dispõe de profissionais especializados na área da psicologia, que estão sempre disponíveis para o/a ajudar!
* Chamada para a rede móvel nacional
Artigo atualizado em dezembro 2022
Iniciativa Solidária | Iron For Dementia
Inquérito “O que é ser cuidador informal em Portugal”
Alzheimer Portugal, uma porta amiga
Há 32 anos a operar em diferentes cidades do país, a Associação Portuguesa de Familiares e Amigos dos Doentes de Alzheimer assume-se como uma primeira «porta amiga» no apoio e reconhecimento da doença de Alzheimer e de outras formas de demência.
«No ano passado ajudámos cerca de 6.700 beneficiários directos», antecipa Catarina Alvarez, coordenadora de projectos da entidade.
Assumindo o compromisso diário de «representar e defender os interesses e os direitos das pessoas com demência e dos seus cuidadores», a associação ajuda a dar os passos iniciais.
«Ter acesso a informação é o primeiro grande passo. O cuidador tem de estar informado sobre o que é a doença para saber como reagir no dia-a-dia. Por outro lado, proporcionamos formação certificada para cuidadores formais e informais. E também promovemos vários workshops, que acontecem ao longo do ano e em várias regiões do país», conta a responsável.
Como lidar com os momentos das refeições e higiene, descobrir estratégias para ajudar a vestir-se, dicas para cuidar e viver em segurança, viajar com a pessoa com demência, são algumas das questões que tantas vezes suscitam dúvidas e que a associação ajuda a esclarecer.
Entre outras valências disponíveis estão ainda serviços clínicos para cuidadores e pessoas com demência, apoio psicológico individual e integração em grupos de suporte.
Em contexto de pandemia, a Alzheimer Portugal desenvolveu acções no sentido de prestar apoio em formato digital e à distância. «Por exemplo, no que respeita à estimulação cognitiva da pessoa com demência, o cuidador pode agora fazê-lo em casa, pois criámos livros de actividades. São cadernos criativos [com sopa de letras, palavras cruzadas, Sudoku, etc.]. Basta aceder ao nosso site e descarregá-los», revela Catarina Alvarez.
Com a subida do número de casos de infecção por COVID-19, a responsável adverte para a importância de as pessoas com demência terem, dentro do possível, uma vida activa.
«Respeitando obviamente as regras, nomeadamente de distanciamento físico e social, é importante que estas pessoas possam continuar a dar passeios e a fazer algum tipo de actividade física. A permanência no domicílio pode levar a que os sintomas da doença progridam de forma mais acelerada e nós não pretendemos isso».
Estima-se que cerca de 1,4 milhões de pessoas em Portugal cuidem regularmente de um familiar dependente: filho, marido, mulher, pais ou avós.
Para conhecer mais desta história, peça a #RevistaSaúda deste mês na sua farmácia.
Fonte: 29.01.2021 | Revista Saúda















