Músicos portugueses juntos pelo Alzheimer
A Alzheimer Portugal promove
um concerto solidário que vai juntar numa só noite 13 artistas portugueses. O
evento acontece a 21 de setembro, data em que se assinala o Dia Mundial da
Doença de Alzheimer, às 21h00, no Fórum Lisboa (Antigo Cinema Roma).
Alexandra, André Gomes,
António Pinto Basto, Augusto Ramos, David Antunes & Midnigth Band, João
Braga, José Cid, José da Câmara, Maria Armanda, Sofia Ferreira, Teresa
Siqueira, Teresa Tapada e Toy, são os músicos que compõem o cartaz deste
concerto solidário em que todos os fundos angariados revertem para a
associação.
Em comunicado de imprensa,
José Carreira, presidente da Alzheimer Portugal, explica que com esta
iniciativa, a associação pretende, mais uma vez, alertar para “ a importância
das demências serem consideradas uma prioridade de saúde pública e de ser
criado um Plano Nacional para as Demências que contemple um percurso de
cuidados adequado, assim como apoios aos cuidadores destes doentes”.
A Organização Mundial de Saúde
estima que em todo o mundo existam 47.5 milhões de pessoas com demência, número
que pode atingir os 75.6 milhões em 2030 e quase triplicar em 2050 para os
135.5 milhões. Assim, a Alzheimer Portugal convida todos os interessados a
juntarem-se a esta ação de solidariedade para a qual podem contribuir com um
donativo a partir de 15 euros.
Para mais informações e
inscrições contacte a organização do evento através do email info@alzheimerportugal.org.
Fonte: Vital Health
Esta corrida solidária vai acontecer em 19 cidades portuguesas
Tome nota: 16, 17, 21 e 24 de
setembro. É nestes dias que 19 cidades portuguesas se vão unir por uma única
causa: correr para ajudar as pessoas que sofrem de Alzheimer. A iniciativa
chama-se “Passeio da Memória” e faz parte das celebrações do mês mundial da
doença.
“Consciencializar sobre a
importância de reduzir o risco de desenvolver demência, para os sinais de
alerta da Doença de Alzheimer e, sobretudo, acerca da importância do
diagnóstico atempado” — é este o
objetivo desta corrida solidária, segundo José Carreira, presidente da
Alzheimer Portugal.
A sétima edição vai acontecer em Viseu (16 de
setembro, sábado), Aveiro, Barreiro, Beja, Cabeceiras de Basto, Matosinhos,
Oeiras, Portimão, Póvoa de Varzim, Resende, Tavira, Viana do Castelo, Vila do Conde
(17 de setembro, domingo), Pombal (21 de setembro, quinta-feira), Alcochete,
Braga, Campo Maior, Lagos e Penafiel (24 de setembro, domingo).
A organização disponibiliza online os
locais de partida e os horários para cada cidade. A extensão do percurso é sempre a
mesma: seis quilómetros.
O valor da inscrição é 5€ e reverte a favor
Alzheimer Portugal. As inscrições podem ser feitas no site oficial do
“Passeio da Memória”.
Fonte: New in Town
Escolha uma memória e guarde-a em vídeo, desafia a Alzheimer Portugal
E se tivesse que escolher a memória, uma apenas, que gostaria de guardar
para sempre? A associação Alzheimer Portugal desafiou o Presidente da República
a partilhar em vídeo a memória que optaria por preservar até ao fim da vida.
Não foi uma tarefa fácil, mas Marcelo Rebelo de Sousa escolheu “dois instantes”
— os nascimentos dos seus dois filhos.
Foram “momentos marcantes”, descreve o Presidente da República no vídeo que
marca o arranque da campanha pioneira com que esta associação visa chamar a
atenção da população para a problemática das demências — que afetam mais de 180
mil pessoas em Portugal.
Mas a associação Alzheimer Portugal quer ir bem mais longe. Durante setembro, o mês mundial da doença de Alzheimer, convida todos os portugueses a gravar um vídeo que
comece com a frase “A memória que eu gostaria de guardar…” e a partilhá-lo nas
redes sociais usando as hashtags #memoriasparaguardar e #passeiodamemoria e
desafiando três amigos a fazer o mesmo.
Ao longo do mês, várias figuras
públicas, deputados, bloggers, animadores de rádio e jornalistas que
responderam ao desafio vão partilhar, nas redes sociais, a memória que
consideram mais importante e a Alzheimer Portugal divulgará diversos vídeos na
sua página no Facebook e no seu canal no Youtube.
Com este movimento, o que a associação pretende, como explica em
comunicado, é pôr as pessoas a pensar neste problemática que afecta milhares de
pessoas e de famílias, além de “reforçar a importância das demências serem
consideradas uma prioridade de saúde pública” e de enfatizar a necessidade de
ser criado um plano nacional “que contemple um percurso de cuidados adequado,
assim como apoios aos cuidadores destes doentes”.
Os números variam, mas, segundo as
estimativas mais recentes, existem mais de 180 mil pessoas com demência em
Portugal, representando a doença de Alzheimer entre 60% a 70% de todos os
casos. À medida que a população envelhece, haverá cada vez mais pessoas a
sofrer de demência.
A Organização Mundial de Saúde estima
que, em todo o mundo, existam 47,5 milhões de pessoas com demência, número que
pode chegar aos 75,6 milhões, em 2030, e quase triplicar em 2050.
Fonte: Público Online
Portugal é o quarto país da OCDE com mais casos de demência
Portugal é
o quarto país da OCDE com mais casos de demência, com 19,9 casos por mil
habitantes, um valor superior à média dos 35 países avaliados.
A
conclusão consta do relatório "Health at a Glance 2017" ("Uma
visão da saúde") da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Económico (OCDE), que é esta sexta-feira apresentado em Paris, e que revela os
principais indicadores da saúde dos 35 países da organização em 2015 e 2016.
Sobre o
estado da saúde dos portugueses, o documento refere que Portugal está dentro da
média dos países da OCDE ao nível da expetativa de vida (78,1 anos para os
homens e 84,3 anos para as mulheres) e da mortalidade por doença isquémica
cardíaca (ataque cardíaco e angina de peito).
Contudo,
apresenta piores valores ao nível da
prevalência da demência que é de 19,9 casos por mil
habitantes, quando a média na OCDE é de 14,8 por mil habitantes.
Segundo
este "ranking", Portugal é o quarto país com mais casos de demência
por mil habitantes, só superado pelo Japão (23,3), Itália (22,5) e Alemanha
(20,2). O México é o país com menos casos: 7,2.
O documento
apresenta as mulheres como as mais afetadas pela depressão, doença que afeta
"milhões de pessoas".
Na
Espanha, Lituânia, Hungria e Polónia, as mulheres são atingidas por esta doença
em mais 50% do que os homens, uma percentagem que sobe para os 66% em Portugal.
Os
autores referem que as doenças mentais representam a mais considerável - e
crescente - proporção na carga global de doenças, estimando-se que uma em duas
pessoas vai ter uma doença mental na sua vida.
Para
2037, a prevalência da demência deverá aumentar para os 32,5 por mil
habitantes.
Em
relação aos fatores de risco para a saúde, Portugal está dentro da média dos
países da OCDE em todos os indicadores: percentagem da população que fuma
diariamente (16,8%), litros de bebidas alcoólicas consumidas por ano (9,9),
obesidade (16,6%) e poluição atmosférica.
O cancro é
a segunda doença mais mortal na OCDE, a seguir às doenças circulatórias,
registando 25% de todas as mortes em 2015 (15% em 1960).
A
mortalidade provocada pelo cancro é mais elevada nos homens do que nas mulheres
em todos os países, mas este intervalo de género é particularmente alto na
Coreia, Turquia, Letónia, Estónia, Espanha e Portugal.
Este
intervalo pode ser particularmente explicado pela maior prevalência de fatores
de risco nos homens, nomeadamente o tabaco.
Outra
doença que mereceu a atenção dos autores do estudo foi a diabetes.
Nos países da OCDE, 93 milhões de pessoas (7% de todos os adultos) eram
diabéticos em 2015. Em Portugal, 9,9% dos adultos têm diabetes.
Ao nível
dos medicamentos, o consumo de antidepressivos varia consoante os países. A
Islândia regista o mais elevado nível de consumo destes fármacos (o dobro da
média da OCDE), seguida pela Austrália, Portugal e o Reino Unido.
A
Letónia, Coreia e Estónia registaram o mais baixo nível de consumo de
antidepressivos.
Fonte: Jornal de Notícias
Alzheimer Portugal reivindica estatuto do cuidador informal
Há mais de um ano que as famílias de doentes com Alzheimer aguardam que o Governo crie o “Estatuto do Cuidador Informal”, já aprovado pelo Parlamento.
A Alzheimer Portugal alerta, em comunicado, para a necessidade de criação
urgente do estatuto do Cuidador Informal da pessoa com doença de Alzheimer e
outras demências ou patologias neurodegenerativas associadas ao envelhecimento.
Há mais de um ano que as famílias aguardam que o Governo crie o “Estatuto do
Cuidador Informal”, já aprovado pelo Parlamento.
“Infelizmente há mais de um ano que aguardamos desenvolvimentos. Os
cuidadores informais têm uma grande importância na vida das pessoas com doença
de Alzheimer, pois são estes que lidam com as dificuldades que a demência traz
e dedicam grande parte do seu tempo a essas pessoas”, explica José Carreira,
Presidente da Alzheimer Portugal, citado na nota enviada Às redações.
E acrescenta: “Cada vez mais, com o envelhecimento da população, é preciso
que sejam criadas as condições necessárias para que os idosos e as pessoas com
dependência fiquem em sua casa e, ao mesmo tempo, possam ser apoiadas. Com o
Estatuto do Cuidador Informal será possível apoiar quem cuida de pessoas
dependentes, por exemplo, através da flexibilização do horário de trabalho e de
benefícios fiscais.”
Segundo a Entidade Reguladora da Saúde, Portugal é um dos países europeus
com mais cuidadores informais sem formação e um dos países com maior taxa de
cuidados domiciliários informais da Europa.
A Alzheimer Portugal é a única organização em Portugal, de âmbito nacional,
especificamente constituída com o objetivo de promover a qualidade de vida das
pessoas com doença de Alzheimer e dos seus familiares e cuidadores. Pode
consultar o site da associação através do endereço www.alzheimerportugal.org
A Organização Mundial de Saúde estima que em todo o mundo existam 47.5
milhões de pessoas com demência, número que pode atingir os 75.6 milhões em
2030 e quase triplicar em 2050 para os 135.5 milhões. A doença de Alzheimer
assume, neste âmbito, um lugar de destaque, representando cerca de 60 a 70% de
todos os casos de demência (World Health Organization [WHO], 2015).
Fonte: Saúde Online
Doença de Alzheimer é a terceira causa de morte prematura
Os anos de vida perdidos devido à doença de Alzheimer aumentaram em 82,7%, entre 1990 e 2016, de acordo com um estudo divulgado pela Direção Geral de Saúde (DGS). A mesma fonte revela que a doença de Alzheimer é a terceira principal causa de morte prematura, no ranking de 2016.
O aumento do tempo médio de
vida dos portugueses é acompanhado por um acréscimo do tempo vivido em
condições incapacitantes, tais como as doenças do foro mental e do
comportamento mental, que representam 19% da carga da morbilidade e
incapacidade.
“Infelizmente ainda existem
pessoas que não têm consciência de que os hábitos e um estilo de vida mais
saudáveis podem fazer uma grande diferença na nossa saúde. De tal forma que,
existem pequenas ações no dia-a-dia que nos ajudam a reduzir os riscos de
desenvolver doença de Alzheimer ou outras formas de demência.”, explica José Carreira, Presidente da Alzheimer
Portugal. E acrescenta que “a Associação Alzheimer Portugal disponibiliza toda a informação sobre
a doença de Alzheimer com o objetivo de contribuir para o melhor conhecimento
das suas causas e efeitos.”
A Organização Mundial de Saúde estima que em
todo o mundo existam 47.5 milhões de pessoas com demência, número que pode
atingir os 75.6 milhões em 2030 e quase triplicar em 2050 para os 135.5
milhões. A doença de Alzheimer assume, neste âmbito, um lugar de destaque,
representando cerca de 60 a 70% de todos os casos de demência (World Health
Organization [WHO], 2015).
Fonte: Flagra Online
Manual do Cuidador ajuda a lidar com o dia a dia da doença de Alzheimer
A Alzheimer Portugal lança a 3.ª edição do “Manual do Cuidador”, em português, para apoiar todas as pessoas que lidam diariamente com a doença de Alzheimer.
“Este é um manual que ajuda todos os cuidadores a lidar com a doença de Alzheimer e que responde às dúvidas e aos anseios do dia a dia.
É importante que os cuidadores estejam informados e preparados para lidar com certas situações, tais como a mudança constante das necessidades da pessoa com demência, os comportamentos agressivos, a agitação, o nervosismo, formas de lazer e atividades que devem ser realizados”, explica José Carreira, presidente da Alzheimer Portugal.
A 3.ª edição do manual pode ser adquirida na sede da Alzheimer Portugal, em Lisboa, no Centro de Dia Prof. Doutor Carlos Garcia, em Lisboa, no Lar e Centro de Dia “Casa do Alecrim”, no Estoril, assim como nas Delegações e Núcleos da Alzheimer Portugal.
A Alzheimer Portugal é a única organização do país especificamente constituída com o objetivo de promover a qualidade de vida das Pessoas com Doença de Alzheimer e dos seus familiares e cuidadores.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que em todo o mundo existam 47.5 milhões de Pessoas com Demência, número que pode atingir os 75.6 milhões em 2030 e quase triplicar em 2050 para os 135.5 milhões. A doença de Alzheimer assume, neste âmbito, um lugar de destaque, representando cerca de 60 a 70% de todos os casos de demência.
Fonte: Vital Health
Alzheimer Portugal ensina a lidar com demência
A Alzheimer Portugal vai
promover várias ações formativas nos meses de outubro e dezembro, dirigidas ao
público em geral e aos cuidadores de pessoas com demência, em Lisboa.
O primeiro workshop, “Lidar com a Doença de
Alzheimer” vai decorrer no dia 16 de outubro e o objetivo passa por “explicar
as necessidades e os sinais de bem-estar e de mal-estar na pessoa com demência,
procurando identificar estratégias que promovam o bem-estar ao nível da
higiene, vestuário, alimentação, mobilidade e alterações de comportamento”,
informou a associação em comunicado. A formação será ministrada pela psicóloga
Ana Margarida Cavaleiro.
No dia 23 de outubro, mais um workshop, este
dirigido a familiares ou cuidadores sobre “Estratégias para o Bem-Estar do
Cuidador Cansado”, em Lisboa. Esta iniciativa pretende identificar e debater os
principais fatores de stress quando se cuida de alguém e o seu impacto na saúde
física e mental; reconhecer e gerir os conflitos emocionais mais comuns e
elaborar um plano pessoal de estratégias de autocuidado para um maior
bem-estar. A formação será ministrada pela psicóloga Ana Isabel Paiva.
Também os cuidados a ter com a nutrição vão ser
falados, num workshop no dia 4 de dezembro, entre as 14h e as 17h, em Lisboa.
“A desnutrição é um dos graves problemas que afeta as pessoas com demência
porque muitas vezes têm falta de apetite ou esquecem-se de comer ou beber,
esquecem-se de como mastigar ou engolir, ou não conseguem reconhecer um
alimento ou bebida”, explica o Presidente da Alzheimer Portugal, José Carreira.
A associação vai disponibilizar também
workshops e ações de formação dirigidas a técnicos superiores e auxiliares de
ação direta (cuidadores formais). O custo de participação é de 15 euros para
associados e 20 euros para o restante público. Para mais informações sobre o
plano de formação ou inscrições pode consultar o site: https://alzheimerportugal.org/ ,
ou enviar um email para formacao@alzheimerportugal.org.
A Organização Mundial de Saúde estima que em
todo o mundo existam 47.5 milhões de pessoas com demência, número que pode
atingir os 75.6 milhões em 2030 e quase triplicar em 2050 para os 135.5
milhões. A doença de Alzheimer assume, neste âmbito, um lugar de destaque,
representando cerca de 60 a 70% de todos os casos de demência.
Fonte: Raio X
Doentes com Alzheimer requerem cuidados redobrados com a alimentação
A Alzheimer Portugal alerta para os cuidados que as pessoas com demência
devem ter com a sua alimentação, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da
Alimentação, que se assinala a 16 de outubro.
“A desnutrição é um dos graves problemas que afeta as pessoas com demência
porque muitas vezes têm falta de apetite ou esquecem-se de comer ou beber,
esquecem-se de como mastigar ou engolir, ou não conseguem reconhecer um
alimento ou bebida”, explica o Presidente da Alzheimer Portugal, José
Carreira. E acrescenta que “por vezes, pode ser útil um relógio com um alarme
ou um simples telefonema de um familiar para recordar a hora das refeições.
Sempre que possível, recomenda-se que a pessoa com demência coma ao mesmo tempo
que os familiares ou amigos”.
Para explicar a importância da nutrição na pessoa com demência, a Alzheimer
Portugal vai promover um workshop, no dia 4 de dezembro, entre as 14h e as 17h,
em Lisboa.
Para saber mais informações consulte o site: https://alzheimerportugal.org/ptou
entre em contacto através do email geral@alzheimerportugal.org
A Alzheimer Portugal é a única organização em Portugal, de âmbito
nacional, especificamente constituída com o objetivo de promover a qualidade de
vida das pessoas com doença de Alzheimer e dos seus familiares e cuidadores.
Pode consultar o site da associação através do
endereço www.alzheimerportugal.org.
A Organização Mundial de Saúde estima que em todo o mundo existam 47.5
milhões de pessoas com demência, número que pode atingir os 75.6 milhões em
2030 e quase triplicar em 2050 para os 135.5 milhões. A doença de Alzheimer
assume, neste âmbito, um lugar de destaque, representando cerca de 60 a 70% de
todos os casos de demência (World Health Organization [WHO], 2015).
Fonte: Lux Online
Campanha vai levar sintomas da doença de Alzheimer a cinco milhões de pacotes de açúcar
A Alzheimer Portugal, em parceria com a Delta Cafés, está a promover uma campanha de informação sobre os sinais de alerta da doença de Alzheimer. Durante o mês de outubro, mais de cinco milhões de pacotes de açúcar, espalhados pelos principais espaços de restauração do país, chamam a atenção para a mais comum forma de demência.
Os
pacotes de açúcar descrevem os 10 sinais de alerta da doença de alzheimer, tais
como “Dificuldade em executar tarefas familiares”, “Dificuldades e problemas de
linguagem”, “Afastamento do trabalho e da vida social”, “Alterações de humor e
personalidade”, “Discernimento fraco ou diminuído”, “Dificuldade em perceber
imagens visuais e relações espaciais”, “Dificuldade em planear ou resolver
problemas”, “Perda de memória”, “Perda de noção de tempo e desorientação” e
“Trocar o lugar das coisas”.
A Associação desafia a
população a que, sempre que encontrem um pacote de açúcar com um sintoma da
doença de alzheimer, tirem uma fotografia e a partilhem nas suas redes sociais
utilizando as hashtags #10sinaisdealertadoençadealzheimer e #alzheimerportugal.
A Doença de Alzheimer, de causa ainda desconhecida, provoca a neurodegeneração
e o consequente agravamento, progressivo e irreversível, das funções cerebrais
culminando na total perda de autonomia.
A Organização Mundial de Saúde
(OMS) estima que em todo o mundo existam 47,5 milhões de pessoas com demência,
número que pode atingir os 75,6 milhões em 2030 e quase triplicar em 2050 para
os 135,5 milhões.
A doença de Alzheimer
representa cerca de 60 a 70% de todos os casos de demência, segundo a OMS.
Fonte: Sapo Lifestyle
Venda de Natal 2017
Venda de Natal 2017
Segunda a Sábado entre as 11h00 e as 17h30
A Venda de Natal da Alzheimer Portugal abre portas no número 112A da Rua Tomás da Anunciação, em Campo de Ourique
As verbas angariadas na Venda de Natal da Alzheimer Portugal revertem a favor do Programa «Apoio na Incontinência», um projeto que oferece apoio aos associados para a obtenção de materiais para a incontinência, mediante uma candidatura.
Sendo já uma tradição na Associação, a Venda de Natal começou com contornos mais pequenos e tem vindo a cada ano a tornar-se maior, permitindo ajudar cada vez mais associados.
São vários os produtos que poderá encontrar na Venda de Natal, desde bijutaria, artigos de decoração, artesanato ou obras de arte.
Venda de Natal 2016
Venda de Natal
Segunda a Sábado entre as 11h00 e as 17h30
A Venda de Natal da Alzheimer Portugal abre portas no número 112A da Rua Tomás da Anunciação, em Campo de Ourique
As verbas angariadas na Venda de Natal da Alzheimer Portugal revertem a favor do Programa «Apoio na Incontinência», um projeto que oferece apoio aos associados para a obtenção de materiais para a incontinência, mediante uma candidatura.
Sendo já uma tradição na Associação, a Venda de Natal começou com contornos mais pequenos e tem vindo a cada ano a tornar-se maior, permitindo ajudar cada vez mais associados.
São vários os produtos que poderá encontrar na Venda de Natal, desde bijutaria, artigos de decoração, artesanato ou obras de arte.
Mudanças no estilo de vida podem atrasar demência
A Alzheimer Portugal alerta para a necessidade de
alterar comportamentos do dia-a-dia como forma de diminuir o risco de
desenvolver demência, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Saúde Mental
que se assinala a 10 de outubro.
"Segundo os últimos dados
publicados na revista científica The Lancet é possível evitar um em cada três
casos de demência, se forem controlados os fatores de risco como a obesidade, a
diabetes, a hipertensão e se for promovida a atividade física e fomentado o
contacto social", explica José Carreira, presidente da Alzheimer Portugal.
E sublinha: "Infelizmente, os grandes
fatores de risco para a demência - a idade e os genes - não são possíveis de
controlar. Por isso mesmo, é importante fazer o que está ao nosso alcance:
adotar um estilo de vida saudável e alterar os nossos hábitos".
Nunca é demasiado cedo para começar a cuidar da sua memória, frisa ainda o
responsável.
Segundo os cientistas, as mudanças que ocorrem
no nosso cérebro e que podem resultar em demência, começam a formar-se décadas
antes dos primeiros sintomas aparecerem.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que
em todo o mundo existam 47,5 milhões de pessoas com demência, número que pode
atingir os 75,6 milhões em 2030 e quase triplicar em 2050 para os 135,5
milhões.
A doença de Alzheimer representa
entre de 60 a 70% de todos os casos de demência, segundo dados da OMS.
Fonte: Sapo Lifestyle
6 Coisas que deve fazer para combater a demência e o Alzheimer
A idade e os genes são os grandes fatores de risco para a demência mas o
seu esilo de vida pode fazer a diferença na prevenção da doença. A ingestão de
alimentos e de suplementos nutricionais ricos em zinco, em magnésio, em ácido
fólico e em vitaminas B6 e B12 são aliados do cérebro. Existem, no entanto,
outros comportamentos preventivos que pode adotar. Estes são os seis que o
organismo internacional Food For The Brain sugere.
1. Mantenha o cérebro ativo
Faça jogos de raciocínio, leia, escreva, participe em atividades culturais,
cozinhe novos pratos, converse e mantenha o contacto com outras pessoas. Vários
estudos científicos internacionais comprovaram que este tipo de atividades
desempenha um forte papel preventivo.
2. Evite as gorduras
Evite ingerir gorduras saturadas e alimentos refinados e/ou produzidos
industrialmente, como é o caso dos fritos, dos doces, dos bolos e das bolachas.
Limite também a ingestão de hidratos de carbono no seu dia a dia.
3. Seja seletivo no que consome
Prefira azeite, óleo de girassol, azeitonas, nozes, sementes, soja,
margarina e peixes ricos em ácidos gordos ómega-3, como é o caso do salmão, da
cavala, do atum e da sardinha. Segundo muitos especialistas, a ingestão destes
alimentos favorece o funcionamento do cérebro.
4. Aposte nos antioxidantes e no ácido folico
Ingira ameixas, uvas, quivis, abacates, espinafres, brócolos, cebolas,
milho, chá verde, cereais integrais, grão, feijão, lentilhas, morango e banana.
Frutas, vegetais, legumes e hortaliças, ricos em vitaminas e minerais
essenciais, que melhoram a capacidade cognitiva.
5. Pratique exercício físico
Opte por modalidades que estimulem o fluxo sanguíneo para o cérebro e
execute-as pelo menos durante meia hora por dia. Nadar, passear e correr são
boas opções. Se preferir, faça outra atividade que aumente o batimento
cardíaco, não exagerando no esforço se não estiver habituado à pratica regular
de exercício físico.
6. Elimine maus hábitos
Não fume, não consuma bebidas alcoólicas em grandes quantidades nem beba
mais do que um café por dia. Procure manter o stresse sob controlo e durma,
pelo menos, oito horas por dia.
Fonte: Sapo Lifestyle
É possível ter um feliz natal com demência
Perante o desafio que é a demência para um número crescente de famílias, não nos podemos esquecer de que, durante a época natalícia, é importante que a pessoa com a doença de Alzheimer realize atividades, não só porque são uma forma de estimulação cognitiva, mas também de integração social na sua família, amigos e comunidade.
Podem realizar-se as mais variadas atividades, desde que se tenha em conta os gostos da pessoa com demência, os seus hábitos prévios e a sua capacidade e vontade para se integrar em diferentes contextos, como por exemplo, solicitar a sua ajuda para a realização de bolos e das refeições, para as decorações de natal, o embrulho dos presentes e a sua colocação junto à árvore. Claro que uma pessoa com demência que anteriormente não valorizava ou comemorava o Natal, poderá não querer fazer parte destas atividades, mas sentir-se-ão úteis, integradas e decerto felizes.
Com a confusão dos convidados, os preparativos da época, a agitação e a ansiedade das crianças em abrir as prendas, torna-se importante perceber qual é a melhor forma de atuar de ano para ano, uma vez que as demências são doenças evolutivas. Normalmente, a agitação que rodeia a pessoa com demência pode ser causadora de ansiedade, confusão e comportamentos que demonstram maior desorientação. Se for necessário poder-se-á retirar a pessoa por alguns momentos de uma sala cheia de familiares que se encontram a falar, para que fique sujeita a menos estímulos que a estejam a deixar confusa e, assim, fique mais tranquila.
Fonte: Saúde Online
Organização Mundial da Saúde lança observatório das demências
A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou hoje um Observatório
dedicado às demências, anunciado que o número de pessoas com estas doenças vai
triplicar nos próximos 30 anos, devendo atingir os 152 milhões em 2050.
“Quase 10 milhões
de pessoas desenvolvem demências a cada ano que passa, seis milhões das quais
em países com baixos e médios rendimentos”, afirmou o diretor-geral da OMS,
Tedros Adhanom Ghebreyesus.
“Os efeitos em termos de sofrimento são enormes. Isto é um alerta:
temos de prestar mais atenção a este crescente desafio e assegurar que as
pessoas que vivem com demências, vivam onde viverem, têm os cuidados de que
precisam”, defendeu.
O custo anual estimado das demências em todo o mundo é de cerca de
700 mil milhões de euros, o que equivale a mais de 1% da riqueza produzida
mundialmente.
O custo total inclui gastos com tratamentos médicos, apoio social
e ajuda informal (perda de rendimento pelos cuidadores).
Em 2030, os gastos estimados deverão ter mais que duplicado,
chegando aos 1,6 biliões de euros, um custo que pode minar o desenvolvimento
social e económico e sobrecarregar os serviços sociais e de saúde, incluindo os
sistemas de saúde.
Para reunir toda a informação e conseguir mais dados, a OMS lançou
hoje uma plataforma online, o Observatório Mundial de Demências, com o objetivo
de monitorizar o desenvolvimento e fornecimento de serviços para pessoas com
demência e para os cuidadores, tanto entre países como globalmente.
Para já, o Observatório conclui que 81% dos países que já fornecem
dados realizaram campanhas para dar a conhecer a demência e reduzir os riscos,
e 71% têm planos de saúde para estas doenças e dão formação a cuidadores.
O Observatório vai permitir a existência de um banco de dados onde
as autoridades de saúde e sociais, os profissionais médicos, os investigadores
e as organizações da sociedade civil poderão encontrar perfis dos países
relativamente às demências, relatórios internacionais, guias das políticas,
diretivas quer da prevenção quer do tratamento de demências.
Fonte: Lusa














