Alzheimer Portugal apela à participação dos portugueses
Medicamento para diabetes protege cérebro de Alzheimer
- reversão significativa da perda de memória
- níveis mais elevados de factor de crescimento do cérebro que protege os neurónios
- redução de acumulação no cérebro de placas beta-amilóide
- redução de inflamação e de stress oxidativo
- redução da perda de células nervosas
Projeto Café Memória: Contra O Isolamento De Pessoas Com Demência E Seus Cuidadores
Assinatura de protocolo
Apoios da Câmara Municipal de Almada
Intervenções
O que é o Projeto Café Memória
Delegação da Madeira da Alzheimer Portugal é candidata à Missão Continente
O projecto:
Delegação Norte da Alzheimer Portugal recebe donativo da empresa Blink-iT
Não se esqueça do que é importante!
Personagens natalícias celebram Natal na Alzheimer Portugal
Delegação Centro da Alzheimer Portugal recebe donativo da marca Mary Kay
Delegação da Madeira apresenta projeto para Missão Continente 2017
Com Aromáticas me Conquistas
Festa de Natal com a Delegação Centro da Alzheimer Portugal
Projeto de Investigação Transfronteiriço entre Portugal e Espanha
Objetivo geral do projeto
Objetivos específicos deste projeto
Concurso de árvores de Natal 2017
5.º Congresso Regional Envelhecimento Ativo e Saudável | Ageing@Coimbra
Sobre o Projeto Incluir +
Hidroterapia
Atividade Lúdica em Museus
Reminiscência em contexto exterior
Encontro Interinstitucional Zona IV juntou utentes do Centro de Dia do Marquês
No âmbito do Encontro Interinstitucional Zona IV, que se realizou no dia 29 de novembro de 2017, o Salão das Coletividades das Meirinhas (Pombal) recebeu os utentes do Centro de Dia do Marquês – Pombal para que estes tivessem um pequeno momento de convívio.
Foi com o tema “Dança Comigo” que os utentes assistiram a um pequeno espetáculo de dança, no qual os próprios foram concorrentes no concurso Dança Comigo.
Sempre acompanhados pela Terapeuta Ocupacional, da Delegação Centro, Cátia Faria, e pelo estagiário de Terapia Ocupacional da Escola de Tecnologias da Saúde do Porto, seguiram para um pequeno lanche e para a entrega das lembranças.
Este convívio resultou das parcerias das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) de idosos do concelho de Pombal, que têm como objetivo criar grupos de trabalho para organização dos convívios anuais direcionados para a população mais idosa.
Demência é diagnosticada a cada três segundos em todo o mundo
Os dados constam do relatório mundial sobre a doença de alzheimer de 2016 e são destacados, no âmbito da cimeira internacional sobre a doença que decorre esta semana na Fundação Champalimaud, pelo presidente da Alzheimer Portugal, José Carreira.
As demências podem atingir 75,6 milhões de pessoas em 2030 e em 2050 chegar a mais de 130 milhões. A doença de alzheimer estima-se que represente entre 60 a 70% de todos os casos.
José Carreira diz que os dados sobre a doença em Portugal oscilam e são apenas estimativas, mas apontam para mais de 180 mil pessoas com demências, 150 mil delas com Alzheimer, a forma de demência mais prevalente.
Muitos dos casos de demência são sub-diagnosticados, uma realidade que afeta vários países desenvolvidos, estimando-se que quase metade dos casos possa não estar identificada.
“Um dos grandes problemas é a inexistência de diagnóstico ou o diagnóstico tardio. Duas a cada três pessoas sentem ainda que há pouca informação sobre demências”, alerta o presidente da Alzheimer Portugal.
Para a Associação Portuguesa de Familiares e Amigos dos Doentes de Alzheimer, a preocupação central em Portugal é ter um plano e uma estratégia nacional “com um envelope financeiro”.
“Sem financiamento torna-se difícil fazer alguma coisa no Serviço Nacional de Saúde ou no mundo associativo”, frisa, indicando que Portugal é dos poucos países da União Europeia sem uma estratégia nacional definida nesta área.
Um plano e uma estratégia devem contemplar não só os cuidados a prestar às pessoas com demência como também aos seus cuidadores, incluindo os apoios a quem cuida e às organizações que atuam nesta área.
As demências envolvem recursos financeiros elevados, refere José Carreira. De acordo com estimativas internacionais, se a demência fosse um país seria a 18.ª economia do mundo em termos orçamentais com o que se estima que serão os encargos até 2050 dos serviços nacionais de saúde e dos sistemas de proteção social.
Mais de 80 especialistas mundiais em doenças neurodegenerativas mundiais vão estar esta semana na Fundação Champalimaud, em Lisboa, a debater a doença de Alzheimer.
O encontro tem como objetivo discutir e partilhar os recentes progressos em duas áreas: a da intervenção terapêutica e a área de investigação.
Fonte: Saúde Online
Mais de 9 em 10 centros de saúde sem profissionais dedicados às demências
Mais de nove em cada dez centros de saúde não têm
profissionais dedicados especialmente às demências, segundo um inquérito feito
às unidades de cuidados de saúde primários a nível nacional.
Os dados constam do documento "Bases para a
Definição de Políticas Públicas na Área das Demências", que esteve em
consulta pública até sexta-feira e que pretende apresentar propostas para uma
estratégia que enquadre os cuidados a prestar às pessoas com demência.
No inquérito feito nos cuidados primários de
saúde foram recebidas mais de 670 respostas de várias unidades de 55
agrupamentos de centros de saúde.
Dessas respostas conclui-se que 91,6% das unidades não
tem, nas equipas, elementos dedicados especialmente às demências, sendo que e
2,5% das unidades não responderam.
"Este dado sugere a premência de envolver mais
diretamente os cuidados de saúde primários nesta área clínica", referem os
autores do documento, coordenado por António Leuschner e por Manuel Lopes.
Em declarações à agência Lusa, António Leuschner, do
Conselho Nacional de Saúde Mental, destacou precisamente a necessidade de dar
mais formação aos profissionais de saúde e também aos profissionais que lidam
com idosos institucionalizados, como os que vivem em lares.
A necessidade de reforçar os cuidados de saúde
primários é um dos pontos prioritários identificados pelos peritos, a par da
colaboração entre centros de saúde e cuidados hospitalares.
"Existe ainda necessidade de dotar os
profissionais de saúde e do setor social de conhecimentos sobre défice
cognitivo e demências", indicam os especialistas que elaboraram as bases
para uma política na área das demências.
É ainda aconselhado que os currículos do ensino
superior pré e pós-graduado dos profissionais de saúde e do setor social
incluam temas associados à demência.
"O percurso de cuidados deve ser coordenado,
considerando o doente integrado no seu meio familiar como centro de cuidados,
complementado com o apoio informal possível e desejável", refere o
documento, que esteve um mês em consulta pública.
Os peritos consideram ainda que há "muito
poucas" respostas sociais a nível nacional que tenham acordos de
cooperação em vigor com o Instituto de Segurança Social e intervenção
especializada na prestação de cuidados a pessoas com demência.
Foram identificados um lar e quatro centros de dia da
Associação Portuguesa de Familiares e Amigos de Doentes de Alzheimer com
cuidados especializados. Em 2013 foi criada uma unidade de cuidados continuados
em Fátima, da iniciativa das Misericórdias e que é destinada a pessoas com
demência.
Como recomendações essenciais, o psiquiatra António
Leuscnher destaca a necessidade de se elaborar um plano ou estratégia para as
demências em Portugal, embora o importante não seja nem o nome nem a designação
que lhe é dada.
"Estou mais preocupado com o facto de haver
efetivamente respostas concretas às pessoas e famílias que precisam de cuidados
e de atenção especial e que têm muitas vezes de correr 'Ceca e Meca'",
afirmou à Lusa.
Esse plano nacional terá de ser necessariamente
ajustado às realidades regionais, com António Leuscnher a exemplificar que as
necessidades de Castelo Branco, a região mais envelhecida do país, são
diferentes das de Braga, o "distrito mais jovem".
Mais de 80 especialistas mundiais em doenças neurodegenerativas
vão estar na próxima semana na Fundação Champalimaud, em Lisboa, a debater a
doença de Alzheimer, a mais prevalente entre as demências.
O encontro tem como objetivo discutir e partilhar os
recentes progressos em duas áreas: a da intervenção terapêutica e a área de
investigação.
As fundações Champalimaud e Rainha Sofia participam na
organização do encontro, que contará com a presença da Rainha Sofia de Espanha,
com o Presidente da República português, Marcelo Rebelo de Sousa, com o
comissário europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, com
o diretor de saúde mental da Organização Mundial da Saúde, Shekkar Saxena, e
com a presidente da Champalimaud, Leonor Beleza.
Mais de 80 peritos mundiais começam hoje em Lisboa a debater Alzheimer
Mais
de 80 especialistas mundiais começam hoje, em Lisboa, a debater a doença de
Alzheimer e as demências de forma global, problema que afeta cerca de 50
milhões de pessoas no mundo.
A cimeira internacional "Alzheimer's
Global Summit", que começa hoje e se prolonga até sexta-feira, decorre na
Fundação Champalimaud e é coorganizada pela Fundação Rainha Sofia, de Espanha.
Segundo os organizadores, o encontro tem como
objetivo discutir e partilhar os recentes progressos em duas áreas distintas,
mas complementares: a da intervenção terapêutica e a área de investigação sobre
doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, Huntington e Parkinson.
A crise global da demência afeta mais de 50
milhões de pessoas no mundo e, até 2050, estima-se que este número possa quase
triplicar.
A cimeira vai reunir cientistas internacionais
de mais de 20 países.
Richard Axel e John O'Keefe, que receberam o
Prémio Nobel da Medicina em 2004 e 2014, farão intervenções sobre neurologia e
genoma e redes de cérebro essenciais para a construção de memórias.
De Portugal surgem oradores como o neurologista
António Damásio, Prémio Príncipe das Astúrias para Investigação 2005, ou Rui
Costa, investigador do Centro Champalimaud especialista em neurobiologia da
ação e do movimento.
O encontro contará com a presença da Rainha
Sofia de Espanha, do Presidente da República português, Marcelo Rebelo de
Sousa, do comissário europeu para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos
Moedas, com o diretor de saúde mental da Organização Mundial da Saúde, Shekkar
Saxena, e com a presidente da Champalimaud, Leonor Beleza.
Fonte: Diário de Notícias













