Café Memória|4º Aniversário|1 de abril

Venha celebrar connosco o 4º aniversário do Café Memória que se realiza no sábado dia 1 de abril de 2017, das 9h00 às 11h00, no Restaurante da Portugália no Centro Colombo.

 

 


NeuroPsyCAD: Ajudar a identificar alzheimer com machine learning

O diagnóstico da doença de alzheimer nem sempre é simples. Empreendedores portugueses estão a trabalhar numa solução que quer ser um instrumento de apoio à decisão. E usam as novas tecnologias para o fazer.

Detectar a doença de Alzheimer, numa fase inicial, pode não ser muito fácil para os médicos. Há outras doenças que apresentam características semelhantes. Percebendo que havia algo que podia ser trabalhado de forma a ter reflexo nesta área, Diana Prata, Hugo Ferreira e Ricardo Maximiano colocaram mãos à obra. Participaram na edição de 2016 do Cohitec – um programa que ajuda empreendedores e instituições de Investigação a Desenvolvimento a levarem as suas tecnologias para o mercado. Têm uma start-up, que se chama NeuroPsyCAD. E recentemente integraram a lista das start-ups finalistas do Caixa Empreender Award, que competiam por um financiamento adicional da Caixa Capital, unidade de capital de risco da CGD, de 100 mil euros.

"O ponto de partida é termos uma base de dados em que reunimos imagens do cérebro de pacientes com alzheimer ou com uma doença parecida, sintomatologicamente muito parecida", começa por contar Diana Prata, responsável científica (CSO na sigla em inglês) da NeuroPsyCAD.

Focados, para já, na doença de alzheimer e no parkinson, esta start-up está a trabalhar para ter uma base de dados com casos de alzheimer – e que com casos também de défices cognitivos ligeiros "que sintomatologicamente são parecidos mas que a evolução da doença vai ser muito diferente e o tratamento deve ser diferente". "Treinamos algoritmos de 'machine learning' que, o que fazem é olhar para estes dados todos e encontrar um padrão que diferencia, por exemplo, o alzheimer e o défice cognitivo ligeiro. A nível comportamental, o médico não consegue distinguir, mas o algoritmo, olhando para o cérebro, e não apenas para uma ou duas áreas que é o que outras empresas parecidas connosco fazem," consegue, explica Diana Prata.

Os algoritmos precisam de muitos dados para irem, digamos, aprendendo quais são as diferenças entre as duas situações. E é assim que conseguem detectar padrões que podem levar a apontar para uma das doenças. "Nos casos em que o médico tem mais dúvidas. É nesse que queremos ajudar porque treinamos estes algoritmos de 'machine learning' que olham para estas diferenças muito subtis no cérebro e que seriam impossíveis de detectar por um radiologista olhando para a imagem", refere.

A equipa tem usado bases de dados públicas online para recolher as imagens do cérebro que usa para "ensinar" o algoritmo. E até agora têm obtido "níveis de acurácia elevados, na ordem dos 90 e tal por cento". "Agora estamos a fazer um esforço para criar a nossa própria base de dados".

 

A solução, contudo, não deverá chegar ao mercado em breve. O objectivo da NeuroPsyCAD para este ano é testar a solução. A ideia é que os médicos enviem os exames realizados pelo paciente, a tecnologia analisa-os e, posteriormente, a start-up envia um relatório com as conclusões. "O momento em que queremos ajudar é quando paciente vai ao médico. O médico manda-nos o scan e nós damos um relatório com uma análise baseada nestas subtilezas todas. E é objectiva".

 

Fonte: Jornal de Negócios


Superar a demência com poesia


Maggie Hawkins criou o projecto "Finding the words", uma iniciativa que através da poesia ajuda idosos a lidarem com a demência


A poesia pode não ser a cura, mas ajudou – pelo menos, por uma noite – idosos com demência a trabalhar a criatividade e interacção social. Uma palavra pode mudar muito e Maggie Hawkins, poetisa de Hampshire sabe disso: juntou o talento à vontade de ajudar e transformou em poema as vidas dos idosos com demência de um centro de dia em Inglaterra. Nasceu Finding the words (algo como "Encontrar as Palavras").
 
O objectivo da iniciativa foi permitir aos idosos que sofrem de demência desempoeirar os pensamentos que lhes agitavam a memória. A conversa foi o ponto de partida para a escrita dos versos, mas a inspiração veio das comidas e lugares favoritos, das memórias.

Os poemas foram escritos por Maggie e a leitura também ficou ao cargo da poetisa, excepto no caso de alguns idosos – aqueles com mais coragem – que recitaram, eles mesmos, os versos escritos por Maggie.

 

Este evento de partilha teve como resultado final um espectáculo no centro "The Forge". O atelier recreativo permitiu que os novos poetas se sentissem realizados ao ver o seu trabalho ser apresentado num espaço dedicado habitualmente a profissionais.

Steven Pough, assistente no centro de dia de Hampshire, disse que "a poesia criada a partir de memórias e experiências relembra, a cada um dos participante, como eram as suas vidas e lhes devolve o valor individual". Steven acrescentou que "todos se divertiram".

Esta não foi a primeira edição da iniciativa Finding the words que já tinha acontecido no início de 2016, em Brighton.

 

Fonte: Público

 


"Together Under the Umbrella"


Na Europa, 1 em cada 3 pessoas sofre de alguma perturbação do cérebro.

No âmbito da “Brain Awareness Week”,  decorreu entre 13 e 20 de Março, em vários países europeus, uma campanha denominada Together under the Umbrella (Juntos debaixo do Guarda-chuva).

 

Esta campanha tinha como objectivos:

 

  1. Informar a sociedade sobre as doenças neurológicas e outras perturbações que afectam o cérebro;
  2. Chamar a atenção para o impacto e a prevalência dessas doenças;
  3. Unir todas as doenças do cérebro ou relacionadas com o cérebro, através de uma marca comum única e identificadora.

 

O objectivo final era reduzir o estigma.

A campanha consistia em convidar todas as pessoas, com ou sem perturbações do cérebro, o público em geral, figuras públicas, que se fotografassem ou fizessem um vídeo em que se encontrassem debaixo de um guarda-chuva, chamando a atenção para uma doença do cérebro à sua escolha.

Seguir-se-ia a partilha da fotografia ou do vídeo, utilizando-se o hashtag #UnderTheUmbrella, no sentido de que o guarda-chuva circulasse pelo maior número de pessoas e, assim, sensibilizasse, nomeadamente, a classe política e os financiadores da Investigação.


Investigadores conseguem calcular risco genético de desenvolver Alzheimer


Investigadores internacionais revelaram, que encontraram uma forma de avaliar o risco genético de uma pessoa desenvolver a doença de Alzheimer numa certa idade, o que pode facilitar o diagnóstico e tratamento.

O estudo, divulgado na revista PLOS Medicine, foi baseado em informação genética de mais de 70 mil doentes com Alzheimer e idosos sem esta doença, que participaram em vários estudos sobre demência.

A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência, afetando cerca de 47 milhões de pessoas em todo o mundo, e não tem cura ou tratamento efetivo.

A maior parte das pessoas começa a exibir sintomas no início dos 60 anos, mas em casos excecionais estes começam a aparecer tão cedo quanto os 30 anos.

"Para qualquer pessoa, com uma certa idade e informação genética, podemos calcular o risco 'anualizado' de desenvolver a doença de Alzheimer", disse o coautor Rahul Desikan, instrutor clínico no Departamento de Radiologia e Imagiologia Biomédica da Universidade da Califórnia em São Francisco.

"Isto é, se você agora não tem demência, (somos capazes de quantificar) qual é o seu risco, baseado na sua idade e informação genética", adiantou.

É ainda necessária mais investigação antes de o teste ficar disponível para o público.

Os investigadores salientaram também que as suas bases de dados incluem principalmente pessoas de ascendência europeia, pelo que as suas previsões perdem acuidade quando se trata de calcular o risco de Alzheimer em outros grupos étnicos, como os afro-americanos ou latinos.

 

Fonte: Jornal de Notícias


III Congresso do Envelhecimento – Bem Viver, Bem Envelhecer

A Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis vai promover, no próximo dia 21 de abril, integrado na IV Edição Azeméis é Social, o III Congresso do Envelhecimento – Bem Viver, Bem Envelhecer, dirigido a profissionais, seniores, jovens e famílias interessadas na temática.

 

 

 

 

Programa:

09h30 – Conferência Bem Viver, Bem Envelhecer – Maria João Quintela

SESSÃO SOLENE DE ABERTURA:

Presidente da Câmara Municipal Oliveira de Azeméis

Instituto da Segurança Social

ARS Norte

Coffee break

1º PAINEL: ENVELHECER NO MEU MUNICÍPIO

Gracinda Leal – Vereadora da Ação Social do Município de Oliveira de Azeméis

Paulo Costa – Vereador do Pelouro Maioridade do Município de Ílhavo)

Clara Abrantes – Vereadora do Pelouro da Solidariedade Social do Município de Peniche

Helena Loureiro – Ativadora EMPIS Portugal Inovação Social

Moderadora: Alexandra Serra

12h30 – Almoço

14h00 – Assinatura do Protocolo para uma Estratégia de Combate à Violência Doméstica e de Género

Atuação Viver Melhor

14h30 – 2º PAINEL: DEMÊNCIA: QUAL O SEU LUGAR NA SOCIEDADE?

António Leuschner – O que é a demência?

José Carreira – O papel da Alzheimer Portugal na sociedade

Madalena Malta – Programa Cuidar de Quem Cuida

Moderador: António Ferreira

Apresentação Pública Centro de Estimulação para Pessoas com Demência – Joana Ferreira

Notas de Conclusão – Maria Engrácia Leandro

Atuação do Grupo Oliveirense de Teatro Amador

17h00 – SESSÃO DE ENCERRAMENTO

 

Inscrições, até ao dia 07 de abril, no formulário infra.


Benefícios em praticar voluntariado

De acordo com um estudo levado a cabo pela Universidade de Gante (Bélgica) e referido na revista Visão, ser voluntário tem inúmeras vantagens, a começar pela saúde.

 

Segundo um grupo de investigadores, os voluntários têm mais saúde uma vez que o voluntariado melhora o acesso a recursos psicológicos e sociais, fazendo com que a pessoa se sinta com uma maior auto-estima. Foi possível averiguar que o voluntariado, ao melhorar a actividade física e cognitiva, permite que as pessoas fiquem protegidas de determinadas doenças como, por exemplo, das demências. A prática de voluntariado conduz à libertação de hormonas como a ocitocina e a progesterona, que controlam o stress e a inflamação.

Seja voluntário da Alzheimer Portugal! Melhore a sua saúde!


Grupo de suporte para Cuidadores Informais

25 de março|15h00
Local: UBES - Unidade de Bem Estar e Saúde (Sala de Formação) | Santarém

Este projeto é uma iniciativa da Drª Joana Bairrada, psicóloga e formadora do 1º Curso para Moderadores de Grupos de Suporte que teve lugar na APFADA (Lisboa), em setembro de 2016.

O grupo de suporte dar-lhe-á a oportunidade de partilhar a sua experiência de cuidador, familiar ou amigo com outras pessoas que se encontram numa condição semelhante, melhorando as suas competências e facilitando o difícil ato de cuidar de alguém com demência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Objetivos:

  • Desenvolver conhecimentos e competências para lidar com o quadro demencial;
  • Diminuir os níveis de stress na família;
  • Melhorias positivas na saúde mental dos cuidadores;
  • Partilha de informações, experiências e sentimentos;
  • Combate ao isolamento social.

 

A participação é gratuita mas agradecemos que confirme a sua presença até ao dia 24 de março através do email: geral@cbesv.org ou por telefone (243420543


Convocatória para Assembleia Geral Ordinária

Convocam-se os Senhores Associados da ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMILIARES E AMIGOS DE DOENTES DE ALZHEIMER – ALZHEIMER PORTUGAL para a Assembleia Geral Ordinária que terá lugar no dia 1 de abril de 2017, nas suas instalações sitas na Av. Ceuta Norte, Lote 2, Quinta do Loureiro, em Lisboa.

A Assembleia reunirá, em primeira convocatória, pelas 14 horas e 30 minutos e às 15 horas, com qualquer número de associados, tendo a seguinte Ordem de Trabalhos:

1.    Apresentação dos membros dos novos Corpos Sociais Nacionais da Alzheimer Portugal.

2.    Informações gerais.

3.    Apresentação, discussão e votação do Relatório de Actividades e Contas relativo a 2016.  

 
A Presidente da Mesa da Assembleia Geral

(Maria da Conceição Salema Corte-Real)

O Relatório de Atividades e Contas de 2016 encontra-se disponível, para consulta, na página da internet (consulte aqui), na sede e nas instalações das Delegações e Núcleo de Almeirim.


Frequência de Workshops possibilita equivalência a Ação de Formação

Com a frequência de 9 workshops, num prazo de 12 meses,  pagos individualmente, será atribuída equivalência a uma ação de formação no número de horas correspondente.

Para isso é obrigatória a frequência dos seguintes workshops:

 

- Workshop "Lidar com a Doença de Alzheimer – Abordagem Centrada na Pessoa”;

- Workshop "Demências: Alterações Cognitivas, funcionais e Comportamentais";

- Workshop "Lidar com a DA – Estratégias nas Atividades de Vida Diária";

- Workshop "Lidar com a Doença de Alzheimer – Aspetos Jurídicos";

- Workshop "Lidar com a Doença de Alzheimer – Relações Interpessoais";

- Workshop "Lidar com a DA – Comunicação e Assertividade na DA";

- Workshop "Lidar com a Doença de Alzheimer – Ocupação”.

Os restantes 2 workshops serão escolhidos pelos formandos. Será emitido o respetivo Certificado de Formação Profissional de Ação de Formação.


Fernando Correira na FNAC e no Café Memória Viseu

No dia 24 de março, pelas 21H00, o jornalista Fernando Correia estará na FNAC Viseu a apresentar dois dos seus livros.

No âmbito dos projetos Envelhecer no Século XXI e Café Memória de Viseu, Fernando Correia apresentará “Piso 3 Quarto 313″ (“apresenta-nos Vera, a mulher da sua vida, bonita, inteligente, lutadora, mãe-coragem de três filhas, que se transformou na habitante incógnita de um mundo sem memória, sem saudade e sem amor”) e” O Homem que não Tinha Idade” (“João não quer ser abandonado num depósito de trapos e sombras”).

 

No dia 25 de março o conhecido jornalista será o orador do Café Memória Viseu marcado para as 10h00, na Escola Superior de Educação de Viseu.

Fernando Correia contará a sua experiência enquanto cuidador da sua mulher, a quem foi diagnosticada a doença de Alzheimer. Inspirado nesta experiência, o jornalista lançou o livro "Piso 3, Quarto 313", onde conta as situações por que teve que passar.

 

Os "Café Memória", iniciativa da Sonae Sierra e da Alzheimer Portugal, a que as Obras Sociais do Pessoal da Câmara Municipal e Serviços Municipalizados de Viseu, a Escola Superior de Educação de Viseu e a Câmara Municipal de Viseu se juntaram há cerca de dois anos, consistem em pontos de encontro para pessoas com problemas de memória, com ou sem diagnóstico, respetivos familiares e cuidadores, cujos objetivos são a partilha de experiências e o suporte mútuo, contribuindo, assim, para melhorar a qualidade de vida e reduzir o isolamento social.

 

A entrada é livre, a participação gratuita e sem marcação prévia.


Apresentação do livro " Sem Medo do Parkinson"

 

No dia 11 de abril, dia Mundial dos doentes de Parkinson, será apresentado o livro "Sem Medo do Parkinson", da autoria de João Pedro Belo, no Chiado Café Literário, pelas 18h30.

 

 

 

 

Local:

GALERIA COM, TIVOLI FÓRUM, PISO -1

AV. DA LIBERDADE, Nº180 D - LISBOA


Passeio da Memória 2017

A Alzheimer Portugal vai realizar em Setembro a 7ª edição do Passeio da Memória,  que celebra o Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer. Este evento tem como objetivos informar e consciencializar para a importância de reduzir o risco de desenvolver demência, para os sinais de alerta da Doença de Alzheimer e, sobretudo, para a importância do diagnóstico atempado.

 

O nosso grande objetivo é chegarmos às 20 cidades!

Inscreva a sua cidade e abrace esta iniciativa!


"Estratégia & gestão estratégica na Economia Social? A utopia portuguesa"

Apresentação do livro "Estratégia & gestão estratégica na Economia Social? A utopia portuguesa"

 

No dia 29 março pelas 17h30 (após sessão plenária) será apresentado na Assembleia da República um estudo pioneiro relativo à estratégia e gestão estratégica na Economia Social, que pretende constituir um subsídio à necessidade de investigação do terceiro setor português, cujo universo é composto por mais de 50 mil organizações.

Da autoria do investigador Lúcio Rapaz, o estudo integra organizações de âmbito local, nacional e internacional e as receitas de comercialização da obra revertem integralmente para a IPSS Aldeias de Crianças SOS-Portugal.

 

https://app.parlamento.pt/comunicar/Seccao.aspx?ID=158